Dólar e Selic ficam estáveis, mas mercado piora projeções para 2026
Boletim Focus mantém juros e câmbio, enquanto eleva a inflação esperada e reduz as estimativas de crescimento econômico.
Boletim Focus mantém juros e câmbio, enquanto eleva a inflação esperada e reduz as estimativas de crescimento econômico.
Relatório do Banco Central elevou a probabilidade de o IPCA superar o teto da meta em 2026 para 90%.
Relatório do BC aponta atividade econômica mais fraca e mantém a projeção de inflação de 2026 em 5,2%.
Moeda chegou a subir 0,58% pela manhã, mas perdeu força ao longo do dia em meio a fatores externos e domésticos.
Autoridade monetária diz que inflação projetada segue acima do objetivo e que decisões consideram os efeitos futuros dos juros.
Boletim do Banco Central mostra melhora na previsão fiscal e aumento das estimativas para inflação e IGP-M.
Banco Central informa que projeção para a Selic caiu para 13,50%, enquanto a estimativa do IPCA subiu para 4,92%.
Decisão unânime do Copom reduz a taxa básica em 0,25 ponto percentual e mantém o ciclo de cortes iniciado neste ano.
País segue com o maior juro real entre 40 economias, mas caiu para a quarta colocação no recorte nominal.
Banco Central reduz a taxa básica em 0,25 ponto percentual, enquanto acompanha inflação, contas públicas e cenário internacional.
Copom avalia a taxa básica de juros diante da desaceleração econômica, das expectativas de inflação e das incertezas no exterior.
Dario Durigan defende a redução da Selic e diz que contas públicas influenciam, mas não explicam sozinhas o nível das taxas.
Relatório Focus também revisou para baixo a previsão de crescimento do PIB e registrou a taxa Selic em 14% ao ano.
Queda de 0,32% nos preços e desaceleração da economia ampliam as apostas em novo corte de juros pelo Copom.
Núcleo do CPI americano acelerou, enquanto o IPCA caiu e reforçou a expectativa de redução da Selic na próxima semana.
Relatório do Banco Central aponta Selic de 13,75% ao ano no fim de 2026 e revisa estimativas para inflação e atividade econômica.
Fazenda avalia que a economia perdeu ritmo, mas descarta recessão e espera alguma recuperação no fim do ano.
Relatório do Banco Central também mostra inflação acima do teto da meta e revisão do PIB para 1,93% no próximo ano.