Ibovespa encerra sessão aos 186.502,64 pontos com impulso das ações da Petrobras
Alta do petróleo ajudou a bolsa brasileira, enquanto investidores acompanharam o STF e aguardaram decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Alta do petróleo ajudou a bolsa brasileira, enquanto investidores acompanharam o STF e aguardaram decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Copom avalia a taxa básica de juros diante da desaceleração econômica, das expectativas de inflação e das incertezas no exterior.
Dario Durigan defende a redução da Selic e diz que contas públicas influenciam, mas não explicam sozinhas o nível das taxas.
Moeda americana avançou nesta segunda-feira, enquanto petróleo e cautela sobre as taxas de juros pressionaram os mercados.
Dario Durigan afirmou que o governo pretende organizar as contas públicas e reduzir os juros em um eventual governo Lula 4.
Relatório Focus também revisou para baixo a previsão de crescimento do PIB e registrou a taxa Selic em 14% ao ano.
Moeda subiu 0,44% na sexta-feira, enquanto Ibovespa avançou 1,11% na semana e petróleo Brent caiu 3,18%.
Inflação americana e investigações sobre o Banco Master pressionaram o Ibovespa, que encerrou o pregão aos 187.206,89 pontos.
Queda de 0,32% nos preços e desaceleração da economia ampliam as apostas em novo corte de juros pelo Copom.
Núcleo do CPI americano acelerou, enquanto o IPCA caiu e reforçou a expectativa de redução da Selic na próxima semana.
Em entrevista ao SBT, o presidente afirmou que gastos com educação podem ampliar o patrimônio nacional e lembrou resultados fiscais anteriores.
A renda depende da aplicação, dos juros e dos impostos; reinvestir parte dos ganhos ajuda a preservar o patrimônio.
Moeda avançou 0,51%, e Ibovespa caiu 0,93% em meio à preocupação com inflação e juros nos Estados Unidos.
Relatório do Banco Central aponta Selic de 13,75% ao ano no fim de 2026 e revisa estimativas para inflação e atividade econômica.
Fazenda avalia que a economia perdeu ritmo, mas descarta recessão e espera alguma recuperação no fim do ano.
Relatório do Banco Central também mostra inflação acima do teto da meta e revisão do PIB para 1,93% no próximo ano.
Professor da UnB defende uma meta de inflação mais alinhada à estrutura brasileira e questiona os efeitos dos juros altos sobre a economia.
Criação de vagas acima do esperado e salários em alta elevam a preocupação com a inflação e podem influenciar o Copom.