Cancelamentos reduzem opções de saída aérea para passageiros no Irã
Sanções americanas atingem rotas do Irã e fazem viajantes recorrerem a trajetos terrestres para tentar chegar a outros países.
Sanções americanas atingem rotas do Irã e fazem viajantes recorrerem a trajetos terrestres para tentar chegar a outros países.
Teerã também cobra ativos desbloqueados e o fim do bloqueio naval americano antes de permitir a passagem comercial pelo estreito.
Ministro iraniano diz que Catar levará novamente aos EUA as condições para liberar a passagem marítima estratégica.
Chanceler iraniano reafirma que a reabertura de Ormuz depende de condições do país após Trump rejeitar proposta de negociação.
Donald Trump rejeitou o plano iraniano, que previa a reabertura do estreito após a validação de um acordo entre os dois países.
Chancelaria iraniana rejeitou as justificativas de Bogotá e afirmou que tomará medidas diante do rompimento diplomático.
Decisão também rompe relações diplomáticas com o Irã, mas mantém os vínculos consulares entre os dois países.
Masoud Pezeshkian afirmou que Teerã não quer prolongar o conflito e atribuiu aos Estados Unidos a decisão sobre o fim da guerra.
Scott Bessent disse que as empresas não terão acesso a abastecimento, serviços de pouso nem venda de passagens fora do Irã.
Petróleo recua ao menor nível em 11 dias, com expectativa de diálogo entre Estados Unidos e Irã e mudanças nos embarques sauditas.
Governo iraniano diz que não retomará o tráfego enquanto os compromissos dos Estados Unidos não forem cumpridos.
Comando Central americano afirma que o transporte de petróleo, cargas e gás pelo estreito alcançou o maior volume em seis meses.
Ministro iraniano defendeu soluções próprias para segurança e estabilidade e condenou o uso da força nas relações internacionais.
Presidente dos Estados Unidos também afirmou que a gasolina vai ficar mais barata e elogiou autoridades da Polônia.
A embarcação de bandeira togolesa teria pegado fogo após ser atingida; agência marítima não confirmou se era o mesmo navio.
Relatório projeta alta de 0,5 ponto percentual no índice de preços e aponta custo de US$ 38 bilhões para a Defesa americana.
Documento oficial também detalha danos a bases, aeronaves e postos diplomáticos americanos, além dos custos do conflito.
Presidente dos Estados Unidos falou no Pentágono e citou o Irã ao lembrar as vítimas dos ataques terroristas.