Auditoria de R$ 830 mil no Consórcio Guaicurus é contestada por empresas
Interventores dizem que análise financeira é exigida por lei; consórcio afirma que despesa reduz recursos da operação dos ônibus.
Interventores dizem que análise financeira é exigida por lei; consórcio afirma que despesa reduz recursos da operação dos ônibus.
Documento identificou concentração de funções em compras, manutenção, estoque e atendimento a reclamações de passageiros.
Prefeita recebeu relatório preliminar da intervenção e cobrou investimentos, renovação dos ônibus e melhoria do serviço.
Relatório preliminar aponta falta de liquidez, crédito bancário quase esgotado e estoque crítico de diesel em Campo Grande.
Município contesta cobrança de cerca de R$ 830 milhões e defende que a intervenção termine antes de nova decisão sobre o contrato.
Alexandro de Oliveira reconhece possível desequilíbrio tarifário, mas diz que erros de gestão devem ser separados dos custos do serviço.
Banco afirma haver ordens judiciais conflitantes e solicita definição sobre contas liberadas, restrições e representantes autorizados.
Banco afirma haver ordens conflitantes e solicita definição sobre contas liberadas, valores restritos e atuação dos interventores.
Adriane Lopes afirma que município avalia barrar a negociação e mantém caducidade do contrato e nova licitação entre as opções.