Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro e usado por Moraes
Senador foi de avião da Flórida a Brasília em 19 de janeiro de 2025, acompanhado de familiares e do advogado Willer Tomaz.
Senador foi de avião da Flórida a Brasília em 19 de janeiro de 2025, acompanhado de familiares e do advogado Willer Tomaz.
Em comício em Joinville, candidato do PL acusou Lula de mobilizar aliados para defender o ministro do Supremo.
Candidato à Presidência também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa.
Em evento em Aparecida de Goiânia, candidato do PSD afirmou esperar que o STF autorize a investigação do ministro.
Candidato à Presidência afirmou que o tribunal perdeu o rumo após sessão terminar sem decisão sobre casos ligados a Alexandre de Moraes.
Diálogos apreendidos pela Polícia Federal indicam cobranças de pagamentos ligados ao filme “Dark Horse” e ao escritório Barci de Moraes.
Aliados esperavam voto pela investigação contra Alexandre de Moraes, mas ministro declarou impedimento no julgamento do STF.
Candidatos à Presidência comentaram a crise na Corte durante eventos realizados em São Paulo nesta quinta-feira (10).
Candidato do Avante se isolou em terceiro lugar; crise no STF deve continuar concentrando as atenções nos próximos dias.
Candidato também propõe indicar duas mulheres, exigir critérios adicionais e limitar a oito anos o mandato de ministros do Supremo.
Presidente do Senado afirmou que o valor foi solicitado a Daniel Vorcaro e disse não ter prazo para analisar pedidos contra Alexandre de Moraes.
Presidenciável criticou o ministro do STF e pediu a divulgação de todos os processos ligados ao escândalo do banco.
Presidenciável também defendeu o afastamento de Alexandre de Moraes e cobrou rigor na atuação dos ministros da Corte.
Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Romeu Zema e Ronaldo Caiado criticaram o ministro do STF durante as manifestações.
Presidente do Supremo espera manifestações dos ministros antes de decidir se leva o caso ao plenário ou convoca reunião reservada.
Documento usado por Alexandre de Moraes reúne hipóteses sobre decisões, investigações e negociações de delações, mas é classificado como sem valor probatório.