SÃO PAULO — Alexandre de Moraes foi o principal alvo dos discursos de presidenciáveis durante as manifestações do Sete de Setembro. Os candidatos fizeram críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.
Na Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro (PL) associou Moraes a Luiz Inácio Lula da Silva, mas afirmou ser necessário preservar o Supremo após a crise provocada pela revelação das relações entre o ministro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O senador recebeu orientação para evitar ataques às urnas eletrônicas e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A multidão que acompanhou o ato na Paulista também levou cartazes contra Moraes e em apoio a André Mendonça. No Rio, Augusto Cury (Avante) defendeu a continuidade das investigações sobre a Suprema Corte, sem fazer distinção sobre os envolvidos. Romeu Zema (Novo) voltou a defender a prisão de Alexandre de Moraes.
Em Goiás, Ronaldo Caiado, candidato do PSD, declarou que indicaria somente mulheres para o STF como forma de evitar uma crise semelhante à atual.
Na agenda política, Luiz Inácio Lula da Silva reuniu, em Brasília, os presidentes da Câmara, do Senado e do STF. Entre os destaques do dia também estão a previsão de que a Defesa terá mais investimentos do que a Saúde e a criação de um modelo mais confiável de previsão do tempo. No exterior, uma vitória na Alemanha repercutiu entre a direita radical da Europa. Na cultura, Mônica Martelli e Ingrid Guimarães aparecem em sintonia nas telas.







