Juros e câmbio elevam dívida bruta do governo a 82,9% do PIB
Estoque da dívida chegou a R$ 11,1 trilhões em agosto de 2026, conforme relatório do Banco Central.
Estoque da dívida chegou a R$ 11,1 trilhões em agosto de 2026, conforme relatório do Banco Central.
Boletim Focus mantém juros e câmbio, enquanto eleva a inflação esperada e reduz as estimativas de crescimento econômico.
Relatório do BC aponta atividade econômica mais fraca e mantém a projeção de inflação de 2026 em 5,2%.
Relatório do Banco Central aponta menor força no consumo das famílias e em setores ligados ao ritmo da economia.
Boletim Macrofiscal prevê IPCA de 4,9% e crescimento de 2% para a economia brasileira no próximo ano.
Indicador do Banco Central recuou 0,2% após avanço do PIB no segundo trimestre, em cenário de juros elevados e consumo enfraquecido.
Relatório Focus também revisou para baixo a previsão de crescimento do PIB e registrou a taxa Selic em 14% ao ano.
Relatório do Banco Central aponta Selic de 13,75% ao ano no fim de 2026 e revisa estimativas para inflação e atividade econômica.
Fazenda avalia que a economia perdeu ritmo, mas descarta recessão e espera alguma recuperação no fim do ano.
Relatório do Banco Central também mostra inflação acima do teto da meta e revisão do PIB para 1,93% no próximo ano.
Projeções coletadas pelo Banco Central indicam que a dívida bruta brasileira pode chegar a R$ 15 trilhões até 2034.