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Luiz Marinho relembra bailinhos em Mato Grosso do Sul durante visita a Campo Grande

Ministro do Trabalho também visitou obra embargada após mortes, elogiou atendimento a migrantes e comentou disputas eleitorais e judiciais.

Luiz Marinho relembra bailinhos em Mato Grosso do Sul durante visita a Campo Grande

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, relembrou a ligação com Mato Grosso do Sul durante uma passagem por Campo Grande nesta terça-feira (8). Nascido em Cosmorama (SP), ele cresceu na região de Santa Fé do Sul (SP), perto de Aparecida do Taboado (MS), e contou que, na adolescência, atravessava a divisa para participar de bailinhos e jogar bola.

Marinho afirmou que o estado era visto como uma extensão da vida dos jovens da região. Ele também comparou a política brasileira para migrantes à postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Diferentemente do presidente Trump, que está expulsando migrantes, nós estamos de braços abertos para os migrantes”, disse.

O ministro elogiou a Sala do Imigrante em MS, que auxilia estrangeiros na regularização de documentos. Na avaliação dele, o atendimento reduz o risco de exploração e também ajuda empresas a evitar fiscalização e sanções por contratar trabalhadores sem cumprir as regras brasileiras.

Pela manhã, Marinho visitou o canteiro de obras do mercado Mister Júnior, na Avenida Raquel de Queiroz. Dois operários morreram no desabamento de uma estrutura na sexta-feira (4). Depois da visita, auditores do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) embargaram a construção até a eliminação dos riscos. O MPT (Ministério Público do Trabalho) constatou que os trabalhadores não tinham registro e não haviam passado pela integração de segurança.

Outros assuntos em Campo Grande

Mensagens trocadas em grupos fechados de delegados indicaram reação do superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Carlos Henrique Cotta Dangelo, à ordem do STF para afastar o diretor da PF, Andrei Rodrigues. O superintendente no Rio de Janeiro, Fábio Galvão, também teria manifestado posição semelhante. Em nota, superintendentes disseram que críticas e debates fazem parte da democracia, mas defenderam que a atividade investigativa siga exclusivamente a lei.

Na Justiça Eleitoral, os processos apresentados por João Henrique Catan para suspender seis propagandas de Eduardo Riedel receberam uma advertência do juiz Fernando Bonfim Duque Estrada. O magistrado apontou vício na representação processual, deu prazo de um dia para correção e alertou para possíveis punições por litigância de má-fé. As ações questionam a janela de intérprete de Libras, mas nenhum pedido de suspensão havia sido analisado. O segredo de justiça dos processos também foi derrubado.

A Prefeitura de Campo Grande fechou uma ata para comprar medicamentos destinados ao cumprimento de decisões judiciais. A lista inclui 20,4 mil unidades de insulina glargina, ao custo de R$ 50 cada.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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