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Farol alto em trecho iluminado pode causar infração e prejuízo ao motorista

Em ruas com postes acesos, o farol baixo é suficiente; usar a luz alta pode resultar em multa e três pontos na habilitação.

Farol alto em trecho iluminado pode causar infração e prejuízo ao motorista

O farol alto não deve ser usado em ruas e avenidas que já têm iluminação pública. Além de dificultar a visão de quem trafega no sentido contrário, a prática pode levar à aplicação de multa e à soma de pontos no prontuário da habilitação.

A luz intensa direcionada aos olhos provoca cegamento temporário por alguns segundos. Durante esse intervalo, o outro condutor pode ter dificuldade para identificar pedestres, motociclistas e obstáculos no asfalto. A tentativa de enxergar melhor buracos na pista, portanto, pode aumentar o risco de colisão e ainda gerar prejuízo ao motorista.

Nas vias urbanas com postes acesos, o farol baixo é suficiente para iluminar o caminho. Para enfrentar trechos esburacados, a orientação é reduzir a velocidade e manter a atenção no volante. Lentes limpas e lâmpadas alinhadas também ajudam a manter um facho eficiente.

Penalidade prevista

O Código de Trânsito Brasileiro enquadra o uso do farol alto em via iluminada no artigo 224. A conduta é considerada uma infração leve. Quando a situação é flagrada, o agente de trânsito ou a guarda pode registrar a ocorrência.

A multa prevista é de R$ 88,38, além da soma de três pontos no prontuário da habilitação do motorista. O registro da infração é feito pelo agente de fiscalização ou pela guarda.

Quando a luz alta pode ser usada

O farol alto deve ser reservado para pistas totalmente escuras, sem postes de luz acesos no trecho. A situação pode ocorrer em rodovias rurais, estradas de terra e caminhos desertos durante a madrugada.

Mesmo nesses locais, o facho precisa ser abaixado ao cruzar com outro veículo que venha no sentido contrário. O mesmo cuidado vale ao se aproximar da traseira de um carro, evitando que o motorista à frente seja ofuscado pelo retrovisor.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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