Intolerância religiosa transforma fé e diferenças em disputa de poder
Carlos Fidelis Ponte critica ataques a símbolos religiosos e defende o Estado laico, a democracia e o direito à crença — ou à ausência dela.
Carlos Fidelis Ponte critica ataques a símbolos religiosos e defende o Estado laico, a democracia e o direito à crença — ou à ausência dela.
Registros públicos mostram que manifestações contra o reconhecimento da santa existem há anos, apesar da negativa de Flávio Bolsonaro.
Arquidiocese pediu investigação após escultura ser encontrada sem a cabeça na Cruz do Chilão, no bairro Santa Helena.
Grupo ligado ao candidato avalia que acusação contra integrantes da CNBB ampliou o desgaste provocado pela polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida.
Debate envolvendo Flávio Bolsonaro somou 977,6 mil menções e ao menos 8,5 milhões de interações em 55 horas.
A reação à polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida ampliou o debate sobre alianças religiosas, liberdade de expressão e atuação judicial.
Decisão atende a pedido de Flávio Bolsonaro e alcança publicações que citam a padroeira mesmo sem mencionar os Bolsonaros.
Publicação sobre uma suposta “família miliciana” e Nossa Senhora Aparecida havia sido suspensa por André Mendonça, do TSE.
Obra de JB Carvalho foi entregue ao ex-presidente na prisão e apresenta santos como versões cristianizadas de antigos deuses pagãos.
Em livro publicado em 2001, J. B. Carvalho defende retirar o reconhecimento de Nossa Senhora Aparecida e critica a devoção mariana.
Comentário sobre um projeto arquivado em 2008 reacendeu a discussão sobre a Padroeira do Brasil e episódios de intolerância religiosa.
Senador atacou a GloboNews e afirmou que a repercussão sobre um projeto ligado à santa seria uma tentativa de prejudicar sua candidatura.
Pesquisa da Palver registrou aumento das menções ao tema e maioria de críticas ao candidato nas redes abertas.
Projeto apresentado em 2007 foi arquivado no ano seguinte; proposta voltou a circular após ser associada a Flávio Bolsonaro.
JB Carvalho publicou críticas à devoção mariana e defendeu mudanças na condição de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
Entidade católica alerta para a mistura entre religião e política após senador defender decreto que declararia o país pertencente a Jesus Cristo.
Vídeos e cartilhas passaram a circular entre católicos após relatos sobre uma possível mudança no título de padroeira do Brasil.
Candidato do PL diz que não articulou mudança e critica a divulgação da acusação pela GloboNews durante atividade de campanha no Rio.