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R$ 10,3 milhões são transferidos de cirurgias cardíacas para ortopedia

Recursos previstos para procedimentos eletivos em Três Lagoas serão aplicados exclusivamente em cirurgias ortopédicas em Dourados.

R$ 10,3 milhões são transferidos de cirurgias cardíacas para ortopedia
Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado de Saúde remanejou R$ 10,3 milhões que estavam previstos para cirurgias cardíacas eletivas no Hospital Regional de Três Lagoas Magid Thomé. O valor será aplicado exclusivamente em procedimentos ortopédicos no Hospital Regional de Dourados.

A mudança foi registrada em resolução publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (17). O documento informa que a programação financeira para as cirurgias cardíacas eletivas vinha sendo pouco utilizada em Três Lagoas. Na cidade, os atendimentos de cardiologia estão concentrados principalmente em situações de urgência e emergência.

Destino dos recursos

Do total remanejado, R$ 10.369.590 serão usados apenas em cirurgias ortopédicas. A Secretaria de Estado de Saúde afirma que o Hospital Regional de Dourados tem estrutura e capacidade para aumentar a realização desses procedimentos, diante da demanda reprimida por esse tipo de atendimento em Mato Grosso do Sul.

A resolução não detalha quantos pacientes poderão ser atendidos, quais operações terão prioridade ou em quanto tempo o dinheiro será aplicado.

O remanejamento não interrompe o atendimento cardiológico em Três Lagoas. Os serviços de urgência e emergência da especialidade continuarão normalmente. A alteração envolve a verba destinada a procedimentos cardíacos eletivos, que são programados previamente e não têm caráter emergencial.

Para receber os recursos, o Hospital Regional de Dourados foi habilitado temporariamente no código do componente de cirurgias do Programa Mais Acesso a Especialistas, atualmente chamado Agora Tem Especialista. A autorização seguirá válida enquanto o programa estiver em vigor.

A decisão foi tomada ad referendum pela Comissão Intergestores Bipartite, formada por representantes das secretarias estadual e municipais de Saúde. Com isso, o remanejamento foi autorizado antes da análise formal do colegiado e ainda precisa ser referendado pelos integrantes.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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