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Instituto Mirim deve impedir pressão política sobre trabalhadores após acordo

Termo firmado com o Ministério Público do Trabalho proíbe coação, ameaças e convocação para eventos político-ideológicos.

Instituto Mirim deve impedir pressão política sobre trabalhadores após acordo
Foto: Viviane Oliveira/Arquivo

O Instituto Mirim de Campo Grande firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho da 24ª Região após denúncias de assédio eleitoral. A entidade teria convocado e coagido empregados e aprendizes a participar de reuniões políticas fora do horário normal de funcionamento.

Assinado pelo procurador do Trabalho Leontino Ferreira de Lima Junior, o acordo determina que a instituição suspenda qualquer prática de assédio eleitoral contra servidores, empregados, terceirizados, estagiários e aprendizes. Também ficam proibidos atos de coação, intimidação, ameaça ou constrangimento para influenciar o voto.

Regras previstas no acordo

O Instituto Mirim não poderá obrigar empregados, aprendizes e alunos a comparecer a eventos político-ideológicos. O TAC também veta insinuações de represálias contra trabalhadores que se recusarem a participar, incluindo ameaças de desligamento ou de perda de benefícios.

A instituição terá 48 horas a partir da assinatura para divulgar a íntegra do documento a todos os trabalhadores e aprendizes. O acordo deverá permanecer afixado nos quadros de avisos por pelo menos 30 dias e ser transmitido por Comunicação Interna, com confirmação de ciência de toda a equipe.

Se qualquer obrigação for descumprida, será aplicada multa de R$ 2 mil por item violado, multiplicada pelo número total de empregados da instituição. Em caso de reincidência, o valor será dobrado.

O Ministério Público do Trabalho informou ainda que a assinatura do acordo não impede eventual responsabilização na esfera eleitoral. Essa apuração pode ser conduzida pelo Ministério Público Eleitoral.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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