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Durigan defende contas públicas e menor taxa de desconforto no país

Ministro da Fazenda afirma que inflação e desemprego estão nos menores níveis e que medidas fiscais tiveram compensação de receita.

Durigan defende contas públicas e menor taxa de desconforto no país

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou neste domingo (4) que a soma entre inflação e desemprego atingiu o menor nível da série histórica. A chamada taxa de desconforto foi apresentada por ele como um dos principais resultados do terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

Durigan disse que os dois indicadores estão nos menores níveis para um mandato presidencial. Na avaliação do ministro, a combinação de preços baixos com mais pessoas empregadas e ocupadas favorece a retomada da renda e melhora a situação dos brasileiros.

Controle das contas

Além dos indicadores econômicos, o ministro destacou a condução fiscal do governo. Segundo ele, nenhuma medida com impacto nas contas públicas foi aprovada sem compensação de receita. Durigan citou o reajuste do Bolsa Família como exemplo de despesa realizada dentro do espaço disponível no Orçamento.

Ele afirmou que o benefício foi reajustado pela inflação para preservar o poder de compra. O ministro comparou a medida à decisão tomada em 22 de elevar o valor de 400 para 600 sem previsão orçamentária, dizendo que a situação atual foi diferente porque havia espaço no Orçamento.

“as contas hoje em dia estão melhores do que no governo anterior, a transparência é melhor”, afirmou Durigan, ao defender a gestão pública do atual governo.

Críticas à oposição

Durigan também criticou o que chamou de discurso fácil da oposição bolsonarista e disse que a análise dos resultados deve considerar os números. Para ele, a gestão combina inflação e desemprego baixos com maior controle das contas públicas.

O ministro afirmou ainda que as medidas de produtividade adotadas pelo governo já colocam o Brasil em um caminho melhor. Ele fez as declarações antes de votar nas eleições gerais e classificou o momento como uma disputa entre democracia e barbárie.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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