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Sejusp diz que agentes presos por desvio de drogas já eram investigados

Secretaria afirma que corregedorias monitoravam policiais e delegado antes da operação Infiltrados, que prendeu 12 servidores.

Sejusp diz que agentes presos por desvio de drogas já eram investigados

A Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que policiais e um delegado presos na operação Infiltrados já eram monitorados e investigados internamente antes da ação. A operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), com participação das Corregedorias da Polícia Civil e da Polícia Militar.

A Justiça autorizou 24 mandados de prisão preventiva e dois de prisão temporária, além de ordens de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados e Terenos, no Mato Grosso do Sul. Ao todo, 26 mandados de prisão e 38 de busca e apreensão foram cumpridos. Até o momento, 12 servidores públicos foram presos: nove policiais civis, dois policiais militares e um policial penal.

Investigação interna

Em nota, a Sejusp afirmou que os agentes eram acompanhados pelas corregedorias de suas corporações. A secretaria também informou que três dos investigados já tinham sido presos em outras ocasiões e que um deles foi exonerado recentemente. Augusto Torres Galvão Florindo foi demitido da Polícia Civil no dia 9 de setembro.

Entre os nomes citados na operação estão Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa, Roberto Palmeira, Dionísio Pego, Douglas Tobias, Neverson Vieira de Araujo e Augusto Torres Galvão Florindo. As prisões de Augusto e Neverson foram confirmadas. Hoffman, que ainda não foi encontrado, é ex-titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Tráfico de Drogas (Denar) e teve atuação anterior na Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras).

Segundo o Gaeco, a operação busca desarticular uma organização criminosa formada por servidores das forças de segurança. As investigações apontam que o grupo retirava drogas apreendidas de delegacias e depósitos do Estado usando o acesso proporcionado pelos cargos. A cocaína estava entre os entorpecentes desviados, que eram repassados a traficantes e facções criminosas.

O caso começou a ser desmantelado em outubro de 2025, com provas e desdobramentos das operações Traquetos e Blindspot. A Sejusp declarou: “A Secretaria reafirma seu compromisso com a legalidade, a máxima transparência e o fortalecimento dos mecanismos de controle e correição das instituições que a integram”.”,

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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