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Caldo de cana ganha versões de sorvete e milk-shake com álcool em Campo Grande

Mãe e filha criaram receita própria e vendem sorvete de caldo de cana, além de milk-shake com cachaça ou vodka.

Caldo de cana ganha versões de sorvete e milk-shake com álcool em Campo Grande

O caldo de cana ganhou novas formas de consumo nas feiras da cidade: virou sorvete cremoso servido na casquinha e também milk-shake com opção de cachaça ou vodka. As receitas são vendidas por Juliana Nantes Andrade e Ana Cristina Andrade, mãe e filha que circulam por feiras e eventos culturais em uma Kombi.

A ideia surgiu depois que Juliana viu uma receita na internet e decidiu adaptá-la ao negócio da família. “Eu vi o vídeo antes de viralizar. Aí falei para minha mãe pra a gente fazer porque tem tudo a ver com o nosso negócio. Feira, caldo de cana”, conta.

Ana inicialmente ficou desconfiada, mas as duas decidiram incluir a novidade no cardápio depois que a receita vista por Juliana ganhou repercussão. Em vez de reproduzir o preparo, elas fizeram testes até chegar a uma massa própria, levada para a máquina de sorvete.

Receita ainda passa por testes

Ana prepara a produção em casa e leva o conteúdo pronto para a Kombi. O sorvete é feito à base de caldo de cana artesanal, mas o sabor ainda está em fase de ajustes. Limão e abacaxi já foram usados nas experiências. Para Ana, a combinação com limão teve um resultado melhor, e os testes continuam até a definição da receita final.

A casquinha tradicional custa R$ 7. O cascão de caldo de cana sai por R$ 10, enquanto o milk-shake alcoólico custa R$ 22. A bebida leva sorvete, caldo de cana e a opção de cachaça ou vodka. Juliana prefere a versão com cachaça, acompanhada de calda de limão.

Além do novo sabor, a barraca oferece opções como chocolate, baunilha e açaí. A família também criou combinações para levar às feiras, entre elas o açaí expresso. De acordo com Juliana, muitas pessoas chegam ao ponto de venda por curiosidade, depois de conhecer o produto pelas redes sociais.

Negócio acompanha a família

Ana trabalha com feiras há cerca de duas décadas e criou a filha nesse ambiente. No começo, vendia produtos como doces e queijos. Depois, acrescentou o sorvete ao negócio. A primeira máquina foi instalada na Kombi e, cerca de um ano depois, uma segunda foi adquirida. Com o espaço reduzido, a estrutura cresceu e passou a incluir açaí, fondue e outras opções.

Juliana cresceu acompanhando a rotina da mãe e entrou no negócio depois de avaliar o mercado de trabalho. Hoje, as duas percorrem diferentes pontos de Campo Grande com a Kombi, participando de feiras culturais durante a semana e aos fins de semana.

Os locais em que a Kombini Sorveteria estará são divulgados no Instagram da empresa.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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