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Parar em fila dupla na escola pode render multa de R$ 195,23

Pisca-alerta não autoriza deixar o carro ao lado de outro veículo; a infração pode gerar pontos e até remoção.

Parar em fila dupla na escola pode render multa de R$ 195,23

Deixar o carro em fila dupla na porta da escola, mesmo por apenas dois minutos e com o pisca-alerta ligado, pode resultar em multa grave. A parada para buscar o filho não é liberada pelo sinal de emergência e pode ser registrada por um agente de trânsito ou por uma câmera de monitoramento.

O pisca-alerta deve ser usado para indicar que o veículo está quebrado ou enfrenta uma situação de emergência real na pista. Acionar o botão vermelho não transforma um trecho proibido em local permitido para parar ou esperar.

Quanto custa a infração

O artigo 181 do código de trânsito prevê penalidade financeira de R$ 195,23 para quem para ao lado de outro veículo estacionado, bloqueando a pista de rolamento. A conduta também é classificada como grave e acrescenta cinco pontos à carteira de motorista.

O veículo ainda pode ser guinchado se o motorista não estiver no banco. A presença da pessoa dentro do carro, com a mão no volante ou o pé no pedal, não impede a autuação quando o automóvel permanece parado em segunda fila.

A diferença entre uma parada rápida e a infração está na situação do veículo. Se a criança ainda não saiu pelo portão e o carro continua ocupando a pista ao lado de outro automóvel, o agente pode registrar a ocorrência.

Como evitar a fila dupla

Uma alternativa é combinar com a escola um esquema de embarque rápido, deixando a criança pronta no portão. O rodízio de carona entre pais da mesma rua também pode diminuir o número de veículos na entrada.

Outra opção é chegar 10 minutos antes do sinal tocar para procurar uma vaga regular junto ao meio-fio. Dar uma volta no quarteirão e caminhar um trecho evita a parada proibida e o risco de receber a cobrança em casa.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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