O engate traseiro instalado no carro precisa seguir exigências específicas para não trazer problemas durante uma abordagem de fiscalização. Quando o acessório está fora da norma, o motorista pode receber multa grave e ter o veículo retido até que a irregularidade seja resolvida.
A peça deve ser usada em veículos preparados para puxar reboques, conforme as condições previstas para o modelo. O Conselho Nacional de Trânsito também estabelece requisitos para a instalação e para as características do equipamento.
Entre os itens exigidos estão o selo de aprovação do Inmetro gravado no engate, a ponta arredondada e sem superfícies cortantes, a tomada elétrica em funcionamento para as luzes da carretinha e a plaqueta com os dados do fabricante e a capacidade máxima de carga.
O que pode acontecer na fiscalização
Se o acessório não atender às exigências, o veículo pode ficar retido até que o motorista remova a peça irregular ou faça a regularização. A liberação depende da solução do problema apontado na abordagem.
Outro cuidado é não instalar um modelo que esconda a placa traseira. A identificação precisa permanecer totalmente visível para a leitura das letras e dos números por agentes e radares. Quando a placa fica encoberta, a situação pode se agravar e o automóvel pode ser levado para o pátio.
O uso do engate apenas como proteção contra encostões também pode afetar a estrutura do carro. Em uma colisão, um acessório fora das especificações pode transferir a força do impacto para o chassi e prejudicar a segurança do veículo.
Antes de instalar a peça, a orientação apresentada é consultar o manual do automóvel e verificar se o modelo está preparado para puxar reboques. A conferência dos requisitos evita problemas com a fiscalização e o acúmulo de pontos e taxas relacionados à irregularidade.







