O dólar comercial avançou 0,85% nesta segunda-feira (28) e encerrou o pregão cotado a R$ 5,2251. A alta ocorreu em um dia de atenção às perspectivas para as contas públicas, aos novos indicadores da economia brasileira e às tensões entre Estados Unidos e Irã.
O mercado também acompanhou as sinalizações de dirigentes do Federal Reserve, o banco central norte-americano. No segmento de turismo, o dólar chegou a R$ 5,425, com alta de 0,67%.
A moeda acumula valorização de 0,85% na semana e de 0,88% em setembro. Desde o início de 2026, porém, registra queda de 4,80%.
Na B3, o Ibovespa caiu 0,26% e terminou o dia aos 182.991 pontos. Mesmo com o recuo, o índice acumula alta de 3,14% no mês e de 13,57% no ano.
Indicadores no radar
O Boletim Focus mostrou que a projeção do mercado financeiro para a inflação de 2026 subiu de 4,92% para 4,99%. Já a expectativa para o crescimento do PIB caiu de 1,88% para 1,86%.
A previsão para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13,50% ao ano. A estimativa para o dólar foi mantida em R$ 5,20.
A FGV (Fundação Getulio Vargas) informou que a confiança da indústria recuou pelo terceiro mês consecutivo. Em setembro, o indicador caiu 2,4 pontos e chegou a 91,3.
No exterior, o petróleo fechou em alta, mas perdeu parte dos ganhos ao longo do pregão diante da expectativa de novas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Brent subiu 0,9% e terminou a US$ 105,28 por barril. O WTI (West Texas Intermediate) avançou 0,2%, para US$ 92,60.







