O custo da construção civil acumulou alta de 6,61% em 12 meses até setembro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. O resultado ficou abaixo do registrado em setembro de 2025, quando o índice acumulava avanço de 7,07%.
Na medição mensal, o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,25%. Em agosto, a alta havia sido de 0,85%, indicando uma desaceleração no ritmo de variação do indicador.
A categoria de Mão de Obra teve uma das principais mudanças no período. O custo avançou 0,37% em setembro, depois de registrar alta de 1,56% no mês anterior.
Materiais e serviços
O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços apresentou alta de 0,17% em setembro, ante 0,33% em agosto. Dentro dele, a categoria de Materiais e Equipamentos também passou de 0,33% para 0,17%.
Entre os quatro subgrupos que formam essa categoria, dois desaceleraram. O movimento mais significativo ocorreu em materiais para instalação, cuja taxa caiu de 1,26% em agosto para 0,48% em setembro.
A variação do grupo de Serviços recuou de 0,33% para 0,15%. O resultado foi influenciado pelo item projetos, que passou de 0,35% em agosto para 0,10% em setembro.
Desempenho nas capitais
A desaceleração do índice foi acompanhada por cinco das sete capitais incluídas na apuração: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Já Recife e Salvador tiveram aceleração nas taxas de variação.
Os dados mostram que a alta mensal do INCC-M perdeu força em setembro, enquanto os custos do setor continuaram acima do nível observado no mesmo período de 2025 na comparação acumulada em 12 meses.







