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Clipe falso no cinto de segurança gera multa grave e aumenta riscos em batidas

Acessório usado para silenciar o alerta do painel não substitui o cinto e pode deixar o motorista sem proteção em uma colisão.

Clipe falso no cinto de segurança gera multa grave e aumenta riscos em batidas

O uso de um clipe falso para encaixar no fecho do cinto de segurança e silenciar o alerta sonoro do painel pode resultar em multa grave. O acessório também deixa o motorista e os passageiros sem a proteção oferecida pelo equipamento durante uma batida.

O Artigo 167 do Código de Trânsito Brasileiro determina que motoristas e passageiros usem o cinto de segurança durante todo o trajeto. Por isso, inserir uma peça paralela no engate apenas para interromper o aviso não atende à exigência da lei.

Durante a abordagem, os agentes de trânsito podem identificar o acessório falso. O condutor fica sujeito à sanção grave no prontuário e precisa colocar o cinto correto antes de continuar a viagem.

Riscos em caso de colisão

Sem a faixa segurando o peito, o corpo pode ser lançado para a frente contra o volante e o para-brisa. Os ocupantes também podem ser arremessados, aumentando a gravidade dos acidentes.

O alerta sonoro do painel existe para lembrar o motorista de afivelar o cinto. Quando o clipe engana o sistema do veículo, a central eletrônica pode entender que a pessoa está protegida e acionar o airbag com força máxima, mesmo sem a retenção adequada.

Nessa situação, a bolsa de ar pode inflar enquanto o corpo se desloca para a frente. O contato do rosto com o airbag sem o cinto pode causar ferimentos graves na cabeça e no pescoço. Além disso, peças plásticas paralelas podem quebrar e liberar estilhaços dentro do veículo.

A orientação é puxar a faixa do cinto original e afivelá-la no travamento do banco antes de dar a partida. O procedimento dura três segundos e permite que o sistema de segurança funcione de forma conjunta, além de evitar a infração durante a fiscalização.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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