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Anvisa amplia indicação da MenQuadfi para bebês a partir de 6 semanas

Vacina protege contra os tipos A, C, W e Y da bactéria causadora da doença meningocócica invasiva.

Anvisa amplia indicação da MenQuadfi para bebês a partir de 6 semanas
Foto: Arquivo/Campo Grande News

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso da vacina MenQuadfi em bebês a partir de 6 semanas de vida. A decisão, aprovada nesta terça-feira (8), vale em todo o País e amplia a indicação do imunizante, que antes era destinado a crianças a partir dos 12 meses.

A MenQuadfi é aplicada no músculo e protege contra infecções causadas pelos tipos A, C, W e Y da bactéria Neisseria meningitidis. A autorização foi formalizada pela Resolução 3.448/2026. A vacina continua indicada para outras faixas etárias.

Para avaliar o uso em bebês menores de 1 ano, a Anvisa analisou dados de 6.060 crianças com idade entre 6 semanas e menos de 12 meses. Elas receberam ao menos uma aplicação, em esquemas com uma, duas ou três doses. Também foram avaliados 5.373 participantes que receberam uma dose de reforço a partir dos 12 meses.

O que é a doença meningocócica invasiva

A doença ocorre quando a Neisseria meningitidis ultrapassa as vias respiratórias e alcança outras partes do organismo. A bactéria pode permanecer no nariz e na garganta sem causar sintomas. A transmissão acontece principalmente por gotículas liberadas durante a respiração, a fala, a tosse ou o espirro.

De acordo com a Anvisa, a forma invasiva pode evoluir rapidamente e levar à morte. A mortalidade fica em torno de 10%, mesmo entre pacientes que recebem tratamento adequado. Até 20% dos sobreviventes podem desenvolver sequelas permanentes.

A análise da agência não identificou novos problemas relevantes relacionados à segurança da vacina. Os resultados ficaram dentro do perfil esperado para vacinas meningocócicas conjugadas. Ao todo, os estudos considerados reuniram mais de 11 mil crianças.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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