Leticia Cazarré informou que ainda não há previsão de alta para a filha Maria Guilhermina, de 4 anos. A menina está internada no Centro de Terapia Intensiva desde o último domingo (30), durante uma nova passagem pelo hospital.
Na noite de sexta-feira (4), a empresária respondeu a perguntas enviadas por seguidores em uma caixinha no Instagram. Ao ser questionada sobre quando a filha deixaria o hospital, Leticia afirmou: “A verdade é que quando ela interna, nunca sabemos quando vai sair”.
Maria Guilhermina, chamada pela família de Guigui, nasceu com uma cardiopatia congênita rara e convive com sequelas da anomalia de Ebstein. De acordo com Leticia, uma gastroenterite levou a menina novamente ao hospital há uma semana.
A empresária também disse que a filha já apresentou melhora nos exames e estava reagindo aos antibióticos. Questionada se a internação atual era mais grave que as anteriores, respondeu: “Não, já tivemos outras muito piores!”.
Histórico de saúde
Maria Guilhermina já passou por múltiplas cirurgias, procedimentos médicos e outras internações, algumas delas por longos períodos. Ela nasceu em junho de 2022. Além dela, Leticia e Juliano Cazarré têm outros cinco filhos: Vicente, 16 anos; Inácio, de 14; Gaspar, de 7; Maria Madalena, de 5; e Estêvão, 2.
A anomalia de Ebstein é uma cardiopatia rara que afeta a válvula tricúspide, responsável por separar o átrio direito do ventrículo direito. Nessa condição, a válvula fica abaixo da posição considerada normal, dentro do ventrículo direito.
A alteração pode fazer com que parte do ventrículo passe a integrar o átrio direito, aumentando essa câmara e prejudicando seu funcionamento. As estruturas da válvula também podem apresentar formato anormal, o que favorece o refluxo de sangue para o átrio.
Pessoas com a anomalia podem ter ainda um orifício entre as câmaras superiores do coração ou o forame oval patente. Essas aberturas podem reduzir a quantidade de oxigênio no sangue e provocar cianose, uma coloração azulada nos lábios e na pele. A condição também pode levar ao aumento do coração, à insuficiência cardíaca e à arritmia cardíaca quando não é tratada.







