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Santa Casa, Câmara e propostas salariais movimentam pauta em Campo Grande

Relatos sobre a gestão da Santa Casa, votação na Câmara e novas propostas estão entre os destaques do dia.

Santa Casa, Câmara e propostas salariais movimentam pauta em Campo Grande
Foto: divulgação

O pagamento do salário de um padre virou alvo de questionamentos durante uma reunião no sindicato da categoria, em meio às críticas à administração da Santa Casa. Uma médica da diretoria teria perguntado por que o hospital mantinha essa despesa. Segundo Alessandro Dias Junqueira, então gerente administrativo da instituição, a própria médica já havia levado o religioso à sua casa para benzer o imóvel.

Alessandro defendeu a permanência do padre e lembrou a origem católica da Santa Casa, além do trabalho histórico realizado pelas freiras. Ele também afirmou que igrejas arrecadam recursos destinados ao hospital. “A igreja, a Santa Casa é uma filantropia, ela é católica, quem fundou foi as freira, quem tomava conta era as freiras”, disse.

Disputa eleitoral e convocação na Câmara

A Justiça Eleitoral negou os pedidos liminares apresentados por Marcos Pollon para retirar do ar ou modificar duas manchetes que associavam uma emenda de R$ 1 milhão ao caso “Dark Horse”. O desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva avaliou que os títulos eram incisivos e poderiam produzir uma interpretação desfavorável ao candidato, mas concluiu que havia “lastro fático mínimo” e que não foi divulgada informação sabidamente falsa.

A falta do secretário Ademar Silva Júnior, da Semades, e da diretora-presidente da Planurb, Berenice Maria Jacob Domingues, em uma audiência pública realizada na segunda-feira (14) provocou reação no plenário. Maicon Nogueira (PP) propôs a convocação dos dois, já que eles não compareceram nem mandaram representantes. O requerimento foi rejeitado por 10 votos a 6.

Dr. Lívio Leite (União Brasil) classificou a medida como extrema e desproporcional. Otávio Trad (PSD) disse que a convocação deveria ser usada somente em última instância. O grupo favorável ao pedido também teve Fábio Rocha (União Brasil), Flávio Cabo Almi (PSDB), Jean Ferreira (PT), Luiza Ribeiro (PT) e Marquinhos Trad (PV). Outros dez vereadores votaram contra, enquanto Papy (PSDB), presidente da sessão, não participou da votação. Com isso, Ademar e Berenice não precisarão ir à Câmara para prestar esclarecimentos sobre licenciamentos e impactos de empreendimentos residenciais.

Piso para recepcionistas

Uma proposta em tramitação na Câmara dos Deputados prevê piso salarial nacional de R$ 2.450 para recepcionistas e auxiliares de recepção que trabalhem até 40 horas semanais. O texto contempla empregados contratados pela CLT, incluindo terceirizados, em setores como hospitais, hotéis, escolas, repartições públicas, condomínios e empresas.

Homenagem e decisões judiciais

A Câmara de Campo Grande fará uma homenagem a farmacêuticos da Capital nesta quarta-feira (16), às 19h. A cerimônia terá a entrega da Medalha Legislativa Dr. Tatsuya Sakuma, criada em 2020 por iniciativa do vereador Dr. Jamal. O nome da honraria é uma referência ao farmacêutico e professor da UFMS Tatsuya Sakuma, mestre e doutor em Farmácia e especialista em Análises Clínicas.

Na Justiça Eleitoral, Renato Gomes (DC) não conseguiu assegurar participação no formato principal das entrevistas da TV Morena. A campanha alegou que ele havia atingido 3% das intenções de voto em pesquisas de outros institutos, mas o levantamento Quaest apontou 1%. O juiz considerou válido o critério de 3%, informado previamente e aceito por representante da campanha, e não identificou indícios de favorecimento, manipulação da pesquisa ou tratamento desigual entre candidatos.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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