Ideias para a sua casa
Brasil

TJMS orienta credores a não pagar Pix por liberação de precatórios

Tribunal afirma que não cobra taxas antecipadas e recomenda confirmar abordagens suspeitas diretamente com o Departamento de Precatórios.

TJMS orienta credores a não pagar Pix por liberação de precatórios

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) alertou credores e advogados sobre golpes em que criminosos usam o nome do Judiciário para pedir pagamentos, transferências ou dados pessoais. O Departamento de Precatórios reforçou que não exige Pix, taxas ou qualquer pagamento antecipado para liberar valores.

Em um caso ocorrido na noite de 15 de setembro, um idoso de 68 anos perdeu quase R$ 52 mil depois de participar de uma videochamada com um golpista que se passava por desembargador. O criminoso teria usado a falsa autoridade para autorizar uma suposta liberação de valores.

Em Campo Grande, outra vítima perdeu R$ 131 mil em maio. Ela fez transferências sucessivas acreditando que pagava custas e despesas administrativas necessárias para receber um crédito judicial.

Como os golpes acontecem

Os criminosos também orientam as vítimas a instalar aplicativos no celular ou clicar em links. Para dar credibilidade às abordagens, usam dados reais de processos extraídos do Diário da Justiça.

O TJMS esclarece que não realiza cobranças de Imposto de Renda, taxas ou despesas de cartório como condição para liberar indenizações. Qualquer pedido desse tipo deve ser tratado como tentativa de fraude.

O tribunal informa ainda que não envia mensagens por e-mails de provedores gratuitos, como Gmail ou Hotmail. O cadastro e a atualização de dados bancários para o pagamento de precatórios são feitos somente pelo portal oficial do TJMS, em ambiente seguro.

Como os processos tramitam sob sigilo, informações financeiras e processuais não são fornecidas a terceiros. A orientação para quem receber uma abordagem suspeita é não transferir dinheiro, não compartilhar dados pessoais e não baixar arquivos.

Em caso de dúvida, credores e advogados devem procurar diretamente o Departamento de Precatórios, no prédio do Tribunal de Justiça em Campo Grande, para confirmar se a comunicação é verdadeira.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5