Ideias para a sua casa
Brasil

Três terceirizados são presos por suspeita de furto no MPMS

Investigação aponta que equipamentos de informática eram retirados de áreas restritas e anunciados em plataformas de comércio eletrônico.

Três terceirizados são presos por suspeita de furto no MPMS
Foto: Divulgação

Três pessoas foram presas preventivamente nesta segunda-feira (28) por suspeita de participação em um esquema de furto de equipamentos de informática do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Os investigados trabalhavam para uma empresa terceirizada que prestava serviços ao órgão e, de acordo com a investigação, aproveitavam a circulação em áreas restritas para retirar os materiais.

O caso veio à tona em maio deste ano, quando dois dos suspeitos foram detidos com peças de computador que teriam sido levadas do depósito do Ministério Público. A apuração é conduzida pela 11ª Promotoria de Justiça de Campo Grande e pela Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos (UICC).

Prisões e investigação

Segundo o MPMS, os equipamentos eram anunciados em plataformas de comércio eletrônico na internet. O inquérito também identificou ações do grupo para dificultar e despistar a apuração.

As ordens de prisão preventiva foram expedidas pelo Núcleo de Garantias da Comarca de Campo Grande, com base nos artigos 155, referente a furto qualificado, e 180, relacionado à receptação, do Código Penal. Os mandados foram cumpridos nesta segunda-feira (28).

Matheus Rezende de Araujo, 20 anos, foi localizado no bairro Vila Carlota pela Força Tática da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar (10ª CIPM). Gabriel Eduardo Martines Vilalba, 23 anos, também foi capturado na região da Vila Carlota, pela Assessoria Militar da Procuradoria-Geral de Justiça. Arthur Santana de Oliveira, 20 anos, foi preso no Bairro Danúbio Azul pela Coordenação Militar do Setor de Operações e Inteligência do MPMS.

Os três devem passar por audiências de custódia. As diligências continuam para esclarecer a extensão do esquema, verificar a participação de outras pessoas e tentar recuperar os equipamentos e os prejuízos do órgão público.

Como o caso começou

Conforme o registro feito em maio deste ano, servidores administrativos viram Arthur filmando duas peças de hardware dentro do prédio com o celular. Questionado, ele disse inicialmente que os componentes haviam sido entregues por Matheus.

Depois, informou que os objetos estavam em sua mochila. Durante a averiguação, foram encontrados um pente de memória RAM e um HD SSD, peças que apareciam nas imagens feitas momentos antes.

Arthur declarou aos policiais que Matheus havia entregue os equipamentos e que somente o colega tinha acesso restrito à sala de Tecnologia do órgão. Matheus negou envolvimento no furto e afirmou que não havia repassado os materiais. Os dois foram encaminhados sem resistência, algemas ou lesões corporais.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5