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Pai e filho resgatam três pessoas após barco virar no Rio Paraguai

Casal de turistas e piloteiro foram retirados da água durante vendaval em Corumbá; todos usavam coletes salva-vidas.

Pai e filho resgatam três pessoas após barco virar no Rio Paraguai

Adilson Batista e o filho resgataram um casal de turistas e um piloteiro depois que a embarcação em que estavam virou no Rio Paraguai, durante um vendaval na tarde de terça-feira (29). O caso ocorreu na região do Porto Morrinhos, em Corumbá, no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Os três ocupantes usavam coletes salva-vidas, mas estavam cansados e assustados quando foram encontrados. Adilson contou que viu o barco passar enquanto estava em casa, às margens do rio. A embarcação teria virado quando o piloteiro tentou atravessar uma onda.

Pai e filho saíram em um barco para fazer o resgate. Enquanto Adilson conduzia a embarcação em meio às ondas, o filho ajudava a retirar as pessoas da água. O marido da turista foi o primeiro a embarcar; os outros dois ocupantes foram retirados em seguida.

“Você tem que ter calma nessa hora, tranquilidade, experiência”, afirmou Adilson.

Travessia até a pousada

Adilson orientou o trio a permanecer sentado no fundo do barco e a evitar movimentos durante o deslocamento. Depois, conduziu os resgatados até a outra margem do rio, onde ficava a pousada em que o casal estava hospedado.

A pousada recebeu os turistas e ofereceu apoio. Adilson disse ter sido informado de que os dois estavam bem e já tinham retornado à cidade onde moram. Ele afirma ter 30 anos de experiência com pescaria e pilotagem, além de formação em primeiros socorros e combate a incêndio.

O temporal em Corumbá durou cerca de 40 minutos. A Defesa Civil registrou, por volta das 14h, rajadas acima de 64 km/h e ocorrências de quedas de árvores e estruturas em vários pontos da cidade.

Pedido de ajuda

Antes de chegar ao trio, Adilson relatou que foi com o filho até um navio da Marinha próximo ao local para pedir auxílio. Segundo ele, uma embarcação que seria utilizada na operação recebeu água, e a equipe não fez o resgate. Ele também afirmou ter solicitado um barco maior, que não teria sido deslocado.

Após retirar as pessoas da água, Adilson disse que voltou a procurar os militares e cobrou apoio. Ele criticou a atuação da equipe e declarou que precisou colocar a própria vida e a do filho em risco para realizar o atendimento.

A Marinha foi procurada para comentar o relato de Adilson Batista, mas o posicionamento da instituição ainda não havia sido apresentado.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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