BRASÍLIA — A etapa São Paulo do Prêmio Sebrae de Jornalismo recebeu 409 trabalhos e ficou à frente das disputas de Minas Gerais, Goiás, Paraná, Maranhão e Espírito Santo. Entre os selecionados, uma reportagem sobre a produção de cacau na Rodovia Transamazônica conquistou o 3º lugar na categoria texto.
Assinado pela repórter Paula Ferreira, o trabalho mostra a mudança da região, no Pará, de área marcada pelo desmatamento para um polo de produção de cacau. O cultivo do fruto é apresentado como uma atividade ligada à restauração ambiental do bioma e à geração de renda para a população local.
Histórias da região
Um dos personagens é o agricultor Pedro Pereira. Ele criou uma marca de chocolate e reservou parte da propriedade para formar um santuário destinado ao pássaro uirapuru.
A produção de cacau tem potencial para gerar R$ 8,1 bilhões neste ano. O prêmio reconhece conteúdos relacionados a micro e pequenos negócios, empreendedorismo e sustentabilidade.
“Percorrer a Transamazônica ouvindo histórias como a do Pedro foi fundamental para ter a dimensão do papel dos povos da floresta na preservação da Amazônia”, afirmou Paula Ferreira. Para a repórter, o contato com a vida real é determinante para contar uma boa história.
A etapa paulista teve mais inscrições do que Minas Gerais, com 306, Goiás, com 209, Paraná, com 198, Maranhão, com 197, e Espírito Santo, com 195. Esta é a 13ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo.







