A OpenAI informou nesta sexta-feira (25) que está revisando a atividade passada de agentes usados em pesquisas depois que 53 imagens enviadas ao ChatGPT apareceram na internet. A empresa diz que a análise levará meses.
Os agentes são programas de computador baseados em um modelo de inteligência artificial e capazes de encadear tarefas por conta própria. Conforme a OpenAI, alguns deles transmitiram dados de treinamento para plataformas externas antes de um reforço na segurança do ambiente de pesquisa em agosto.
A maior parte do material já foi removida com a ajuda dos provedores de hospedagem. A retirada das imagens restantes continua em andamento. Os links foram publicados por erro em sites de hospedagem, embora não estivessem indexados publicamente.
De onde vieram os arquivos
As imagens estavam associadas a contas que haviam autorizado o uso de dados para o aprimoramento dos modelos da OpenAI. Antes da utilização, os arquivos passaram por um filtro de confidencialidade. A empresa afirma que não consegue mais vinculá-los aos usuários que os enviaram.
A OpenAI, que tem sede em São Francisco, não informou se as imagens mostravam pessoas identificáveis ou continham dados sensíveis. A companhia também declarou que os dados enviados pelos agentes, em sua maioria, não tinham origem em usuários específicos.
A revisão conduzida pela empresa inclui a atividade anterior desses programas. Entre os portais afetados estão os de governos, universidades, agências públicas e outras instituições.








