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Museu do 11 de Setembro amplia ações para aproximar jovens da memória dos ataques

Instituição aposta em voluntários, educação e visitas para transmitir às novas gerações o significado dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Museu do 11 de Setembro amplia ações para aproximar jovens da memória dos ataques

O Museu e Memorial do 11 de Setembro ampliou as ações voltadas à educação e ao envolvimento de jovens, diante do aumento da parcela de americanos que não viveu os ataques ou não consegue se lembrar deles. A instituição recebe 2,4 milhões de visitantes por ano e conta com voluntários treinados, entre eles socorristas, para conversar com o público.

“100 milhões de americanos nem sequer tinham nascido ou são muito jovens para se lembrarem” dos acontecimentos, afirmou Beth Hillman, de 59 anos, presidente do museu e memorial e veterana da Força Aérea dos EUA. Ela também disse que muitos de sua geração ainda se recordam exatamente de onde estavam em 2001.

Visitas e relatos pessoais

Os voluntários compartilham experiências com pessoas que conheceram o desastre por meio dos pais ou da escola. Logan Miller, de 32 anos, perdeu um tio e um avô nos ataques e participa desse trabalho no museu. Segundo ele, os jovens fazem mais perguntas e demonstram curiosidade, enquanto visitantes mais velhos às vezes evitam questionamentos por receio de ofender alguém.

O chileno Ignacio Gaete, de 22 anos, visitou o museu e o memorial, formado por dois grandes espelhos d’água construídos sobre as fundações das Torres Gêmeas. Para ele, a lembrança do 11 de Setembro pode atravessar gerações mesmo entre pessoas que não viveram o episódio.

Holly Kafka, de 61 anos, viajou de Chicago com o marido até Manhattan. Ela defendeu que os mais jovens deixem por algum tempo a rotina das redes sociais para conhecer o local pessoalmente.

Na cerimônia no Marco Zero, no sul de Manhattan, familiares farão a leitura dos nomes das vítimas a partir das 8h40, horário em que o voo 11 da American Airlines atingiu a Torre Norte. O momento será às 9h40 no horário de Brasília. À noite, dois feixes de luz serão projetados no céu para representar as torres.

O presidente Donald Trump fará sua homenagem no Pentágono. O vice-presidente JD Vance e os ex-presidentes Joe Biden, Barack Obama, Bill Clinton e George W. Bush estarão no Marco Zero. A ausência de Trump em Nova York foi associada à restrição que impede discursos no local para manter a cerimônia apartidária. Trump classificou essa informação como “inventada”.

Em 11 de setembro de 2001, 19 integrantes da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões. Dois atingiram o World Trade Center, um caiu no Pentágono e outro caiu perto de Shanksville, na Pensilvânia, após passageiros enfrentarem os sequestradores. Os ataques deixaram 2.977 mortos, além de mais de 9.400 pessoas que morreram posteriormente por doenças relacionadas ao episódio.

O julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, apontado como suposto mentor dos ataques, foi marcado para junho de 2028, na base naval americana de Guantánamo, em Cuba. Ele está preso no local há 20 anos.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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