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Em Dallas, Bush transforma memórias do 11 de Setembro em pinturas

Mostra reúne cerca de 15 obras feitas pelo ex-presidente dos Estados Unidos a partir de lembranças dos ataques de 2001.

Em Dallas, Bush transforma memórias do 11 de Setembro em pinturas

George W. Bush transformou lembranças dos atentados de 11 de Setembro em uma série de cerca de 15 pinturas exibida em seu museu presidencial, em Dallas, no Texas. A mostra, chamada “Remembering September 11” (“Lembrando o 11 de Setembro”, em tradução livre), apresenta cenas vividas ou observadas depois dos ataques de 2001, que deixaram quase 3 mil mortos.

A exposição percorre diferentes imagens associadas à resposta americana aos atentados. Em uma das obras, Bush aparece recebendo a informação de seu chefe de gabinete de que um segundo avião havia atingido o World Trade Center. Em outras, ele consola uma família ou uma mãe enlutada, está entre bombeiros de Nova York, fala na Catedral Nacional de Washington e segura a mão do pai, o ex-presidente George H. W. Bush.

Símbolos e lembranças

A bandeira americana aparece repetidamente nas telas, que são marcadas por cores intensas. Em uma delas, o símbolo ocupa toda a composição sobre o Pentágono, atingido por um terceiro avião naquele dia.

A primeira pintura da mostra representa Nova York depois do desabamento das Torres Gêmeas, atingidas por aviões comerciais sequestrados por jihadistas. Os prédios do sul de Manhattan surgem sob uma camada espessa de fumaça cinza, enquanto o céu permanece azul.

A apresentação da exposição afirma que Bush voltou ao episódio “com pincel e tela”, registrando símbolos, pessoas e abraços que ficaram em sua memória. Um comunicado diz que a escolha das cenas destaca a determinação e a união dos americanos, em vez do medo e do desespero.

Bush tinha menos de oito meses de Presidência quando os ataques aconteceram e completou 80 anos em julho. Ele governou os Estados Unidos até 2009 e começou a pintar três anos depois de deixar a Casa Branca, inspirado pelo ensaio de Winston Churchill “Painting as a Pastime” (“A pintura como passatempo”, em tradução livre).

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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