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Golpistas se passam por funcionários de banco e causam prejuízo de R$ 23,8 mil

Homem de 63 anos foi orientado a fazer operações no aplicativo para recuperar valores de uma suposta fraude na conta.

Golpistas se passam por funcionários de banco e causam prejuízo de R$ 23,8 mil

Um homem de 63 anos perdeu aproximadamente R$ 23,8 mil depois de receber ligações de pessoas que se passaram por funcionários de um banco. O caso aconteceu nesta quinta-feira (10) e foi registrado na Depac Centro (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário).

A vítima estava em uma fazenda, no local conhecido como Retiro Caixão, onde mora, quando recebeu a ligação de uma mulher que se identificou como Luana. Ela afirmou trabalhar no banco do qual o homem é correntista e disse que havia uma compra irregular ligada a uma fraude na conta.

Como o golpe aconteceu

Depois, outro homem entrou em contato e afirmou ser funcionário do setor de TI (Tecnologia da Informação) da instituição. Ele disse que a conta havia sido infectada por um vírus e passou instruções para que a vítima acessasse o aplicativo bancário e realizasse um procedimento de recuperação.

O falso funcionário demonstrava conhecer as contas de pessoa física e pessoa jurídica do homem. Ao acessar a conta da empresa, a vítima encontrou vários resgates de aplicações feitos no dia anterior, 9 de setembro. O golpista afirmou que os valores seriam devolvidos e continuou orientando as operações.

Mesmo desconfiado, o homem tentou falar com o banco pelo WhatsApp e com outro gerente, mas não conseguiu atendimento. O golpista disse que isso ocorria porque ele estava cuidando diretamente do caso.

Seguindo as orientações, a vítima realizou uma operação no aplicativo sem perceber que se tratava de uma transferência. Depois, soube que cerca de R$ 19,8 mil tinham sido enviados da conta PJ.

Na sequência, o criminoso perguntou sobre contas em outros bancos. Ao saber que o homem tinha aproximadamente R$ 5 mil disponíveis em outra instituição, orientou uma movimentação de R$ 4 mil. A vítima seguiu o passo a passo e depois percebeu que havia feito um Pix nesse valor.

O homem descobriu o golpe após ser procurado por uma pessoa ligada ao banco, com quem mantinha um contrato em negociação. Ao perguntar se a instituição havia feito as ligações, foi informado de que o banco não realiza esse tipo de procedimento por telefone.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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