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Europa quer reduzir dependência externa e acelerar uso industrial da inteligência artificial

Plano apresentado por Ursula von der Leyen inclui matérias-primas críticas, energia, seguros climáticos e cooperação com o Canadá.

Europa quer reduzir dependência externa e acelerar uso industrial da inteligência artificial

A União Europeia pretende reduzir a dependência de fornecedores externos em áreas estratégicas com uma nova corporação voltada à obtenção e ao armazenamento de matérias-primas críticas. A proposta foi apresentada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante o discurso sobre o Estado da União, nesta quarta-feira, 16.

A presidente também anunciou iniciativas para levar a inteligência artificial a setores industriais e afirmou que o bloco deve trabalhar com parceiros como Canadá e Reino Unido. Em novembro, a UE deve divulgar ações voltadas a saúde, transporte, agroalimentação, manufatura avançada, defesa e espaço.

Von der Leyen disse que pretende reunir os principais laboratórios de vanguarda para discutir o desenvolvimento de modelos de fronteira. Para ela, a redução dos riscos pode ampliar os benefícios da tecnologia. A presidente afirmou ainda ser otimista sobre a capacidade da IA de beneficiar a humanidade quando usada de forma adequada.

Energia e proteção contra catástrofes

Na área energética, a Comissão Europeia defendeu mais eletrificação e o avanço de fontes produzidas no próprio bloco. O objetivo apresentado é dobrar a participação da eletricidade até 2040. Com isso, a Europa poderia reduzir em 260 bilhões de euros por ano as despesas com a importação de combustíveis fósseis.

Outra medida anunciada foi a criação de uma Aliança de Seguros Climáticos, destinada a ampliar a cobertura contra catástrofes. O anúncio ocorreu após um verão europeu marcado por incêndios intensos em Itália, Espanha e França, em meio às altas temperaturas.

Relação com China e Canadá

A presidente afirmou que a União Europeia usará todas as ferramentas disponíveis para reequilibrar sua relação comercial com a China. Ela descreveu o déficit comercial de Bruxelas com Pequim como um ponto de inflexão.

Durante o discurso, Von der Leyen também se dirigiu ao primeiro-ministro canadense, Mark Carney, que estava no Parlamento Europeu. A presidente declarou que quer “abrir as portas” para que o Canadá se torne o primeiro membro associado da União Europeia.

Von der Leyen defendeu uma Europa mais forte e independente e destacou a importância da soberania do bloco em um cenário internacional frágil.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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