CAMPO GRANDE — As chuvas registradas nos últimos dias elevaram em até 20% a procura pelos serviços da rede municipal de assistência social. Entre quinta-feira (10) e segunda-feira (14), 21 pessoas foram encaminhadas para unidades de acolhimento institucional, segundo balanço da prefeitura.
No mesmo período, 23 famílias acompanhadas pelos Cras (Centros de Referência de Assistência Social) dos bairros Rosa Adri, Vila Gaúcha, Indubrasil e Noroeste receberam cestas básicas. As equipes também distribuíram 35 cobertores e 14 colchões.
A assistência incluiu famílias de migrantes internacionais. A prefeitura, porém, não informou quantas pessoas foram atendidas nem detalhou quais tipos de suporte foram oferecidos a esse grupo.
Atendimento a pessoas em situação de rua
O SEAS (Serviço Especializado em Abordagem Social) intensificou a busca por pessoas em situação de rua durante o período de chuvas. Também aumentou a procura por vagas em abrigos no Terminal Rodoviário de Campo Grande.
“Nos últimos quatro dias, a equipe da SAS que atua no Terminal Rodoviário também registrou aumento na busca por acolhimento institucional”, afirmou Thiago Ribeiro, gerente de Proteção Social à População em Situação de Rua.
De acordo com a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania), as equipes continuam monitorando as sete regiões urbanas da Capital. Os 21 Cras e os centros de convivência mantêm contato com lideranças comunitárias para localizar famílias que precisam de alimentos, cobertores, colchões ou outros itens básicos.
Após o primeiro atendimento, técnicos dos Cras acompanham as famílias e orientam sobre a inscrição ou a atualização no CadÚnico (Cadastro Único), usado para o acesso a programas e benefícios sociais.







