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Caroços em cães exigem atenção, mesmo sem mudanças na rotina

Aumento dos linfonodos, perda de peso e apatia estão entre os sinais que podem indicar linfoma em cachorros.

Caroços em cães exigem atenção, mesmo sem mudanças na rotina

Caroços no pescoço, nas axilas ou atrás dos joelhos podem ser sinais de linfoma em cães. A doença afeta os linfócitos, células do sistema de defesa, e pode atingir os linfonodos, o baço, o fígado e a medula óssea.

Mesmo com alterações no organismo, o cachorro pode continuar comendo, brincando e mantendo a rotina. Por isso, mudanças discretas acabam passando despercebidas pelos tutores. O médico-veterinário Francis Flosi, diretor-geral da Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas, afirma que a identificação precoce ajuda a iniciar o tratamento rapidamente e a preservar a qualidade de vida.

Sinais que merecem atenção

Além do aumento dos linfonodos, o animal pode apresentar perda de peso sem motivo aparente, apatia, redução do apetite, febre recorrente, aumento do volume abdominal e dificuldade para respirar em alguns casos.

O linfoma aparece principalmente em cães adultos e idosos. A doença não tem preferência por sexo, mas algumas raças podem apresentar maior predisposição genética. A avaliação veterinária e exames como a citologia ajudam a confirmar o diagnóstico.

Com o envelhecimento dos animais, doenças relacionadas à idade, como o câncer, também se tornam mais frequentes. Segundo Francis Flosi, os check-ups periódicos permitem encontrar alterações antes do surgimento de sintomas importantes.

O diagnóstico de câncer não significa que o cachorro perderá imediatamente a qualidade de vida. A oncologia veterinária utiliza diferentes protocolos de quimioterapia, exames de imagem e tratamentos definidos conforme cada caso. Durante o acompanhamento, a prioridade é preservar o bem-estar do animal.

“Na Medicina Veterinária, o principal objetivo é oferecer conforto e qualidade de vida”, diz Francis Flosi. De acordo com o médico-veterinário, muitos pacientes toleram bem a quimioterapia e continuam realizando suas atividades normalmente durante o tratamento.

Além de observar mudanças no corpo e no comportamento, os tutores devem manter consultas veterinárias regulares, principalmente na velhice. Alimentação equilibrada, controle do peso, atividade física, vacinação e controle de parasitas também integram os cuidados preventivos.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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