Ideias para a sua casa
Bolso

Remuneração baixa é citada por 52,5% dos trabalhadores insatisfeitos

Pesquisa do FGV IBRE mostra que 78,1% dos entrevistados estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o trabalho atual.

Remuneração baixa é citada por 52,5% dos trabalhadores insatisfeitos

A remuneração baixa foi apontada como o principal motivo de insatisfação entre trabalhadores que demonstraram algum descontentamento com o emprego. O item apareceu em 52,5% das respostas no trimestre encerrado em agosto de 2026, de acordo com os Indicadores de Qualidade do Trabalho do FGV IBRE.

A pesquisa permitia escolher mais de uma razão para a insatisfação, por isso a soma dos percentuais ultrapassa 100%. A carga horária elevada foi mencionada em 20,2% das respostas, enquanto problemas relacionados à saúde mental foram citados por 13,8% dos entrevistados.

Satisfação volta a crescer

Apesar das queixas sobre os ganhos financeiros, 78,1% dos entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com o trabalho atual. O levantamento corresponde ao trimestre encerrado em agosto de 2026 e faz parte da 15ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho.

A parcela de pessoas insatisfeitas ou muito insatisfeitas ficou em 7,5%. O resultado interrompeu uma sequência de quatro quedas consecutivas na percepção positiva e ampliou a diferença em relação ao mesmo período do ano anterior. A divulgação ocorreu nesta terça-feira (15).

Para Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV IBRE, a melhora indica que o setor produtivo mantém resiliência mesmo diante de sinais de desaceleração. “Depois de uma sequência negativa, a percepção sobre a satisfação com o trabalho voltou a subir nos dois últimos meses”, avaliou.

Os indicadores são divulgados mensalmente a partir de médias móveis trimestrais. Os dados são coletados pela Sondagem de Mercado de Trabalho junto à população brasileira em idade de trabalhar, em todo o território nacional.

A pesquisa reúne seis eixos: satisfação com o trabalho; chance de perder o emprego e/ou a fonte de renda; proteção social; renda suficiente; percepção geral sobre o mercado de trabalho; e expectativa para os seis meses subsequentes. A coleta começou em julho de 2025, e os relatórios detalham as variáveis investigadas antes da formação de séries históricas mais longas.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5