A profissão de personal organizer pode gerar faturamento de até R$ 8 mil por mês sem exigir diploma de faculdade. O trabalho envolve organizar ambientes, otimizar espaços e criar soluções para facilitar a rotina dos moradores.
A atuação começa com a análise dos hábitos da família. A partir disso, o profissional pode estruturar sistemas de doação, separar roupas por categorias e cores e planejar a disposição de caixas organizadoras. Também é possível aplicar princípios de ergonomia para deixar os objetos mais usados ao alcance das mãos.
Primeiros passos
A formação pode ser feita por meio de curso livre na área de organização. Outra etapa é montar um portfólio com registros do antes e depois de trabalhos realizados em casas de amigos.
Entre os itens básicos para começar estão trena, etiquetadora e gabaritos de dobras. A divulgação do serviço pode ser feita nas redes sociais, com foco no público de alto padrão.
Serviços mais procurados
Closets e armários de roupas estão entre os espaços mais buscados, especialmente pelo volume de peças. O profissional também pode ser contratado durante mudanças, ajudando a organizar a casa nova e a separar as caixas por setores.
Outro serviço é o atendimento pós-parto, que inclui a preparação do quarto do bebê e a separação das roupas por tamanho. Na etapa anterior à mudança, a embalagem setorizada ajuda a organizar os pertences durante o transporte.
Formas de cobrança
O faturamento varia conforme a quantidade de clientes atendidos na semana. Quem está começando costuma cobrar por hora trabalhada. Profissionais mais experientes podem fechar pacotes por cômodo.
A flexibilidade de horário e o baixo investimento inicial são apontados como características da atividade. O mercado de serviços de luxo é descrito como um segmento em crescimento, impulsionado pela falta de tempo livre dos clientes. O atendimento e o cuidado com os detalhes podem contribuir para a formação de uma carteira de clientes.







