CAMPO GRANDE — O tempo para votar variou entre pouco mais de um minuto e quase nove minutos neste domingo (4), na E.M. Doutor Plínio Barbosa Martins. João Izidro, de 83 anos, precisou de auxílio dos mesários e levou quase nove minutos para concluir o procedimento.
O eleitor afirmou que conseguiu votar sem confusão e chegou preparado, com os números dos candidatos anotados em uma colinha de papel. “Eu fiz tudinho certinho”, disse João, que também contou votar todos os anos e não faltar às eleições.
Diferenças no tempo de votação
Na mesma escola, Elivelton Saucedo, de 31 anos, concluiu a votação em pouco mais de um minuto. Operador de máquinas, ele chegou às 6h55 e explicou que prefere votar cedo para evitar o movimento maior durante o dia. “Rapidão de votar, porque eu tenho a colinha”, afirmou.
Ivanete Viana, de 55 anos, chegou por volta das 7h e encontrou oito pessoas à frente. A técnica de enfermagem esperou cerca de 40 minutos até chegar sua vez, mas considerou o atendimento tranquilo.
Uso da colinha e acompanhamento
A Justiça Eleitoral permite e incentiva o uso da colinha eleitoral para ajudar o eleitor a lembrar os números e a ordem dos candidatos. A anotação, porém, deve ser feita em papel. O Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza um modelo para impressão com os cargos na mesma sequência da urna: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador, senador, governador e presidente.
Celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e outros equipamentos eletrônicos não podem ser levados para a cabine, para preservar o sigilo do voto.
Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem ser acompanhados na cabine, desde que o presidente da mesa autorize o auxílio. Crianças também podem acompanhar os pais, mas não podem digitar os números, interferir na escolha nem revelar o voto. Cabe ao presidente da mesa avaliar se o acompanhamento é necessário.








