Estações meteorológicas de oito Estados e do Distrito Federal já registraram, em setembro, volumes de chuva acima dos recordes históricos do mês. Os dados são de um levantamento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
São Paulo concentra o maior número de estações com marcas superadas. Em Iguape, no litoral sul, o acumulado chegou a 341,8 milímetros, acima do recorde anterior de 238,6 milímetros, registrado em 2019. Bragança Paulista teve 295,4 milímetros, quase o triplo da marca histórica de 105 milímetros, registrada em 2022.
Na capital paulista, duas estações também ultrapassaram os registros anteriores. Interlagos acumulou 265,0 milímetros, contra 243,1 milímetros em 1983. No Mirante de Santana, foram 253,8 milímetros, também acima dos 243,1 milímetros registrados em 1983.
Outras estações paulistas com novos recordes ficam em Registro, Barra do Turvo, Taubaté, Campos do Jordão, Piracicaba e Marília.
Recordes em outros Estados
Minas Gerais aparece na sequência, com seis estações acima das marcas anteriores. Em Divinópolis, o volume passou de 57,2 milímetros, registrado em 2019, para 106,6 milímetros em setembro. Coronel Pacheco acumulou 165 milímetros, enquanto o recorde anterior era de 103,4 milímetros, registrado em 2015. Também houve marcas superiores às anteriores em Monte Verde, Maria da Fé, Machado e Bambuí.
No Rio de Janeiro, cinco estações superaram os recordes históricos. Em Paty do Alferes, a estação de Avelar registrou 96,8 milímetros. O recorde anterior era de 12,4 milímetros, registrado em 2024. Paraty, Niterói, Carmo e Santa Maria Madalena também tiveram novos registros.
O levantamento do Inmet inclui ainda três estações do Mato Grosso, três do Paraná, duas de Goiás, duas do Tocantins, uma do Distrito Federal e uma do Espírito Santo. Entre os maiores volumes da lista estão Morretes, no Paraná, com 315,2 milímetros; Monte Verde, em Minas Gerais, com 268,8 milímetros; e Curitiba, no Paraná, com 243 milímetros.







