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Morte de triatleta em Brasília levanta alerta sobre parada cardíaca

Rachel Furtado morreu aos 46 anos após passar mal durante um treino de corrida no Parque da Cidade, em Brasília.

Morte de triatleta em Brasília levanta alerta sobre parada cardíaca

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) informa que a mortalidade por infarto entre pessoas de 18 a 55 anos está em crescimento. O alerta ganha destaque após a morte da triatleta Rachel Furtado, de 46 anos, que passou mal durante um treino de corrida no Parque da Cidade, em Brasília.

Rachel foi socorrida e reanimada no local. Depois, foi levada ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde morreu após sofrer novas paradas cardiorrespiratórias. A causa do mal súbito não foi divulgada.

O que significa mal súbito

Especialistas da saúde explicam que mal súbito não é um termo médico. A expressão costuma designar a chamada morte súbita, que pode se manifestar por síncope, o desmaio, ou lipotimia, o pré-desmaio. Esses sinais podem estar relacionados a doenças diferentes.

O quadro é descrito como uma queda repentina da pressão seguida por parada cardíaca. Entre os sintomas associados a um ataque cardíaco estão pressão ou queimação no peito, conhecida como dor torácica típica, além de dor que pode se espalhar para os braços, a mandíbula, o queixo e as costas.

Também podem ocorrer sudorese fria, mal-estar, náuseas e vômitos. Médicos afirmam que muitos infartos são silenciosos e não apresentam sinais.

Intensidade do exercício e prevenção

Marcelo Franken, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, afirmou que atletas de alta intensidade podem ter eventos cardíacos com mais frequência. Segundo ele, esse tipo de esporte leva o coração ao limite. A combinação de mais adrenalina no sangue, alterações na hidratação e distúrbios de eletrólitos, como a falta de potássio e magnésio, pode favorecer arritmias capazes de desencadear uma morte súbita.

O acompanhamento cardiológico frequente é indicado para controlar pressão, colesterol e diabetes, quando houver a condição. Hábitos saudáveis, atividade física, alimentação balanceada, boa qualidade do sono e evitar álcool e cigarro também são recomendações médicas.

Entre pessoas jovens, parar de fumar pode reduzir o risco de ataque cardíaco em até 33%.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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