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Decisões judiciais impõem limites à ofensiva de segurança na Colômbia

Abelardo de la Espriella afirmou que o governo cumpre as ordens, mas pretende contestar as medidas contra sua política de segurança.

Decisões judiciais impõem limites à ofensiva de segurança na Colômbia

O governo colombiano terá de suspender bombardeios quando houver informações sobre a presença de menores de idade, retirar vídeos de cadáveres das redes sociais e interromper testes de pulverização aérea em plantações de drogas. As determinações foram tomadas por juízes após três sentenças contrárias ao presidente Abelardo de la Espriella no último mês.

Em pronunciamento no domingo (13), o presidente disse que pretende contestar as decisões, embora mantenha o cumprimento das ordens em vigor. “As decisões judiciais são respeitadas, e as ordens em vigor são cumpridas (...) mas isso não significa renunciar a contestá-las”, afirmou.

Ofensiva contra grupos criminosos

Advogado bilionário, De la Espriella conduz operações e bombardeios contra grupos criminosos financiados pelo narcotráfico. A Colômbia é o maior produtor de cocaína do mundo.

O presidente promete derrotar os cartéis com mão de ferro e conta com a ajuda dos Estados Unidos, seu principal parceiro militar. Ele costuma publicar nas redes sociais vídeos das operações, acompanhados de música de guerra e encerrados com o grito “Viva Cristo Rei!”.

As ações do governo são criticadas pela oposição e por grupos que defendem os direitos humanos e a liberdade de imprensa. Uma fundação de defesa dos direitos humanos também denunciou ameaças anônimas de morte depois de entrar com uma ação contra os testes de pulverização aérea de plantações de drogas.

O procedimento usa um herbicida questionado. A decisão judicial sobre os testes está entre as medidas que o presidente pretende contestar, enquanto as ordens determinadas pelos juízes continuam sendo cumpridas.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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