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Kremlin nega acusação da Estônia sobre incêndio em empresa de drones

Ministro estoniano afirma que o ataque à Milrem Robotics foi encomendado por serviços especiais russos; autores foram presos.

Kremlin nega acusação da Estônia sobre incêndio em empresa de drones

A Estônia afirma ter identificado como sabotagem encomendada por serviços especiais russos o incêndio que atingiu a Milrem Robotics, empresa de armamentos instalada em Tallinn. O governo russo rejeitou a acusação e classificou as declarações como sem fundamento.

A denúncia foi apresentada nesta terça-feira (29) pelo ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna. Em uma publicação no X, ele disse que a conclusão foi baseada em informações reunidas pelo Serviço de Segurança Interna da Estônia.

Tsahkna também informou que os responsáveis pelo ataque foram presos e não representam mais uma ameaça. A Estônia integra a União Europeia e a Otan e afirma enfrentar diferentes provocações híbridas russas desde o começo da invasão da Ucrânia em 2022.

Incêndio em Tallinn

O fogo começou na noite de 15 de agosto, em um edifício da Milrem Robotics, que desenvolve drones terrestres. O caso ocorreu em Tallinn e não deixou vítimas nem provocou danos significativos. A publicação do ministro também registra o intervalo de 14–15 de agosto para o ataque incendiário.

A empresa é especializada em veículos não tripulados terrestres e foi apresentada pela Estônia como alvo da ação atribuída à Rússia.

O Kremlin negou envolvimento. Dmitri Peskov, porta-voz da presidência russa, afirmou a repórteres: "Essas declarações são infundadas, irracionais, não refletem em nada a realidade e não se baseiam em nenhum argumento".

Líderes europeus e da Otan manifestaram apoio à Estônia após a acusação. O governo estoniano, por sua vez, sustenta que as informações obtidas durante a investigação permitem atribuir o incêndio aos serviços especiais da Federação Russa.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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