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Israel condiciona saída de Gaza à vontade dos palestinos e à acolhida de outro país

Gideon Saar disse que Israel não pretende expulsar moradores de Gaza, mas não se opõe à saída voluntária quando houver destino disponível.

Israel condiciona saída de Gaza à vontade dos palestinos e à acolhida de outro país

Israel não pretende retirar moradores da Faixa de Gaza contra a vontade deles, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar. A declaração ocorreu durante uma coletiva de imprensa em Ljubljana, capital da Eslovênia, onde ele inaugurou a primeira embaixada israelense.

Saar disse que Israel “não tem intenção de expulsar ou deportar ninguém da Faixa de Gaza”. Ele acrescentou que, se uma pessoa quiser emigrar voluntariamente e houver outro país disposto a recebê-la, o governo israelense não fará oposição. A saída, porém, não será imposta.

A posição foi apresentada enquanto diversos integrantes do governo de Israel defendem planos para retirar os dois milhões de habitantes de Gaza. A região foi devastada pela guerra, e os proponentes dessas iniciativas afirmam que a mudança seria amplamente voluntária. Eles também alegam que os palestinos querem deixar o território, mas são impedidos pelo movimento islamista Hamas.

Desde outubro de 2023, a guerra provocou mais de 73.000 mortes e 174.000 feridos do lado palestino, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. A ONU considera confiáveis os dados divulgados pelo órgão.

O conflito começou depois de um ataque do movimento islamista palestino contra Israel, que deixou 1.221 mortos, a maioria civis.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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