Ideias para a sua casa
Brasil

Encontro entre candidatos expõe convergência econômica e gera pedido de voto

Renato Gomes e Guilherme Boulos conversaram após uma sabatina eleitoral; outros casos envolveram propaganda, processos e atividades musicais.

Encontro entre candidatos expõe convergência econômica e gera pedido de voto

Um encontro entre Renato Gomes (DC), candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, e Guilherme Boulos (PT), ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, revelou uma convergência sobre economia, apesar da oposição política entre os dois. A conversa ocorreu no final da manhã, depois de Gomes participar de uma sabatina eleitoral e pedir para esperar Boulos, que dava entrevista ao Podcast Na Integra.

Economista com passagem pelo mercado financeiro, Gomes criticou as privatizações e as taxas de juros. Na conversa, afirmou que a esquerda teria o diagnóstico econômico mais adequado e criticou o que chamou de amor desmedido da direita pelo capital. Boulos aproveitou o momento para pedir o voto do candidato em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no primeiro ou no segundo turno. Também criticou o modelo econômico associado a Flávio Bolsonaro (PL) e Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal.

Disputa eleitoral e processos

Durante uma reunião de mulheres, Fátima Azambuja contou que já perguntou ao ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) quando ele pretendia se aposentar da política. Ele voltou a disputar uma eleição neste ano, em busca de uma vaga no Senado. Segundo Fátima, a expectativa é que ele permaneça por mais oito anos e depois encerre a trajetória política.

A Justiça Eleitoral determinou que Luiz Ovando retire, em 24 horas, um anúncio que sugeria apoio de Jair Bolsonaro à candidatura dele a deputado estadual. A decisão também suspendeu a veiculação e proibiu nova divulgação do material. Em caso de descumprimento, foi prevista multa diária de R$ 5 mil. O anúncio havia alcançado até 125 mil impressões, com gasto estimado entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil. A decisão é provisória.

A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) ainda não foi citada em uma ação movida pela prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP). A audiência de conciliação não ocorreu porque houve três tentativas sem sucesso de entrega no gabinete da deputada. O processo tramita na 12ª Vara Cível, sob responsabilidade do juiz Marcus Abreu de Magalhães.

A ação questiona uma publicação de Érika sobre a lei de Campo Grande que proíbe mulheres trans de usarem o banheiro feminino. Adriane pediu a retirada do conteúdo e indenização de R$ 15 mil. O advogado Niutom Ribeiro Chaves Júnior apresentou um endereço para citação em Itu (SP).

Música em restaurante

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul rejeitou os recursos apresentados pela Fazenda Churrascada e pelo Ministério Público Estadual. A empresa queria suspender as restrições a shows de maior porte, enquanto o Ministério Público buscava impedir também música mecânica e ao vivo durante o funcionamento do restaurante.

Com a decisão, o estabelecimento pode manter música mecânica e ao vivo como atividade acessória, respeitando os limites de emissão sonora. Shows e eventos maiores continuam suspensos e dependem de licenciamento ambiental, anuência do Imasul e alvará específico.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5