CAMPO GRANDE — Cães e policiais iniciaram nesta segunda-feira (14) uma capacitação voltada à localização de drogas em bagagens, veículos, edificações e áreas abertas. Realizado pela primeira vez em Mato Grosso do Sul, o curso reúne 35 profissionais de diferentes instituições e terá 100 horas de atividades até 29 de setembro.
A programação combina conteúdos teóricos e exercícios práticos. Além das técnicas de busca, os participantes aprendem procedimentos gerais para conduzir os animais e atuar com segurança em situações de fiscalização e repressão ao tráfico.
Quem participa
A turma tem profissionais de Mato Grosso do Sul, Piauí, Goiás, Paraná e Santa Catarina, além de integrantes da Marinha e da Polícia Rodoviária Federal. Também participam guardas municipais de Campo Grande e Jataí (GO).
Entre os inscritos estão 15 policiais militares de MS, quatro do Piauí, três servidores da Agepen, dois militares da Marinha, dois policiais militares de Goiás e quatro policiais civis de Paraná e Piauí. A formação ainda conta com representantes das polícias civis de MS e Santa Catarina, da PRF e das guardas municipais.
De acordo com João Strozake, gerente do Projeto Cão Protetor, esta é a sexta edição nacional do treinamento. Antes de chegar a Mato Grosso do Sul, a iniciativa passou por Paraná, Piauí, Mato Grosso, Acre e Pará. A estreia do projeto ocorreu no Paraná.
A Comissão Geral de Fronteiras e Amazônia conduz o curso nos estados que recebem a iniciativa. O objetivo é alinhar os métodos usados pelas equipes e preparar os policiais para trabalhar com os cães em operações reais.
Durante as buscas, os animais ajudam a apontar a possível presença de entorpecentes em locais nos quais a identificação visual pode ser mais difícil. Para isso, os policiais precisam conhecer o comportamento dos cães e dominar os procedimentos de atuação com eles.







