CAMPO GRANDE — Uma mulher de 19 anos permanece internada após a confirmação da perda do segundo bebê, no sábado (19). O marido, de 24 anos, questiona se o aborto espontâneo poderia ter sido evitado caso ela tivesse passado por avaliação médica mais rapidamente.
O casal chegou à Maternidade Cândido Mariano por volta das 16h de quinta-feira (17), depois de procurar atendimento na Santa Casa e no Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian). A gestante apresentava fortes dores e sangramento. Segundo o marido, faltava um médico para realizar o exame transvaginal.
A família pediu ajuda na sexta-feira (18), enquanto a mulher aguardava atendimento. Em novo contato na segunda-feira (21), Christopher Peres afirmou que a equipe da maternidade confirmou o aborto somente no sábado (19). A mulher continuava em observação.
"Fiquei dias sem dormir acompanhando ela, então ainda não consegui ir até o hospital para entender por que a gravidez não evoluiu e se a perda poderia ser evitada se o atendimento fosse mais rápido", relatou Christopher.
Manifestação da maternidade
A administração da Maternidade Cândido Mariano informou que a unidade recebe gestantes que procuram atendimento e que a paciente está sendo acompanhada.
"Essa paciente está sendo assistida e todas as medidas estão sendo tomadas", disse a maternidade em nota.







