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Lula pede participação privada em tecnologia e industrialização dos minerais

Presidente apresentou aos empresários uma agenda que combina inovação, estabilidade fiscal, renda maior e desenvolvimento da indústria brasileira.

Lula pede participação privada em tecnologia e industrialização dos minerais

O presidente Lula convidou o setor privado a participar de projetos estratégicos ligados à inteligência artificial, à infraestrutura digital e à educação. Para ele, essas áreas são importantes para aumentar a produtividade e preparar o Brasil para as mudanças tecnológicas em andamento.

A proposta faz parte de uma visão econômica que também inclui a industrialização dos minerais críticos. Lula defendeu que o país não se limite a exportar terras raras e outros recursos minerais em estado bruto. A intenção é ampliar o processamento no território nacional, desenvolver tecnologia, gerar empregos qualificados e usar a riqueza mineral para impulsionar uma nova fase da indústria.

O presidente afirmou que o investimento estrangeiro é bem-vindo, desde que ajude a fortalecer a capacidade tecnológica brasileira. A estratégia apresentada prevê atrair capital internacional sem deixar de desenvolver conhecimento, cadeias produtivas e competências industriais no próprio país.

Renda, consumo e empresas

Ao falar com empresários, Lula associou o aumento da renda dos trabalhadores à expansão do mercado interno. Na lógica defendida por ele, famílias com maior poder de compra ampliam o consumo de bens e serviços, o que pode estimular a produção, os negócios e novos investimentos. “Quando o trabalhador ganha mais, você também ganha mais”, afirmou.

Essa concepção, chamada de Lulanomics, reúne crescimento econômico, aumento do emprego e dos salários, inclusão social, investimentos públicos e privados e responsabilidade fiscal. A distribuição de renda é apresentada como parte do próprio processo de crescimento, e não apenas como resultado posterior.

Lula disse ainda que pretende transformar o Brasil cada vez mais em um país de classe média. Segundo o raciocínio exposto pelo presidente, a melhora da renda aumenta o poder de consumo dos trabalhadores, amplia o mercado para as empresas e cria condições para a continuidade do desenvolvimento.

Ao mesmo tempo, ele defendeu equilíbrio nas contas públicas. A estabilidade fiscal foi apresentada como necessária ao desenvolvimento, mas Lula afirmou que não pretende alcançá-la com a retirada de recursos da Previdência ou com o enfraquecimento de políticas de inclusão social.

A estabilidade econômica, política e institucional também foi relacionada à atração de investimentos. Lula citou a reforma tributária como exemplo de negociação entre governo, Congresso, setores produtivos e diferentes forças políticas. Para ele, segurança jurídica e previsibilidade ajudam os empresários a planejar investimentos de longo prazo.

Sobre a eleição presidencial, Lula mencionou sua experiência administrativa e disse que os eleitores deverão avaliar quem está preparado para comandar o país. “Não é um jogo de truco”, declarou, ao afirmar que governar a economia brasileira exige experiência e responsabilidade.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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