O dólar comercial fechou o último pregão antes do primeiro turno das eleições de 2026 em queda de 0,08%, cotado a R$ 5,2158. A sessão ocorreu antes da votação de domingo (4), enquanto investidores repercutiam novos dados de emprego dos Estados Unidos.
Apesar do recuo no dia, a moeda acumulou alta de 0,67% na semana e de 0,80% em outubro. Desde o início do ano, porém, registra desvalorização de 4,97%.
Para a compra de dólar em espécie, a cotação ficou acima do valor comercial. Em Campo Grande, a moeda era vendida por R$ 5,6789, já com o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), em consulta realizada nesta sexta-feira (2). O preço varia entre as casas de câmbio por incluir impostos, custos da operação e a margem de cada instituição. No mercado de turismo acompanhado nacionalmente, a referência terminou o dia em R$ 5,424, com queda de 0,04%.
Ibovespa avança
O Ibovespa teve alta de 2,63% e encerrou o pregão aos 192.113 pontos, perto da máxima de 192.119 pontos registrada durante a sessão. Com o resultado, o índice acumulou valorização de 4,71% na semana e de 3,10% em outubro. Desde janeiro, a alta é de 19,23%.
Os Estados Unidos criaram 29 mil postos de trabalho fora do setor agrícola em setembro, abaixo dos 90 mil esperados pelo mercado. A taxa de desemprego permaneceu em 4,2%. Dados de emprego menos aquecidos reduzem a pressão por novos aumentos dos juros pelo Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano), ao diminuir parte da pressão sobre salários e preços.
No mercado de energia, o Brent caiu 0,06% e terminou a US$ 102,25 por barril. O WTI (West Texas Intermediate) recuou 1,90% e fechou a US$ 91,11. Países europeus acertaram a liberação de estoques de diesel e discutiram uma ação coordenada para colocar petróleo das reservas no mercado, diante das restrições no fornecimento de derivados.







