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Passagem escondida conectava residência a desmanche de motos em Campo Grande

Polícia prendeu empresário, esposa e funcionário após encontrar peças adulteradas, uma arma e três veículos durante operação na Capital.

Passagem escondida conectava residência a desmanche de motos em Campo Grande

Uma oficina de motos na Avenida Gury Marques era usada como fachada para receptação e desmanche de motocicletas furtadas e roubadas, segundo a Defurv. Durante a operação, os policiais encontraram uma passagem escondida na residência do proprietário, que levava a um imóvel vizinho usado para desmontar os veículos.

O empresário Phellipe Rodrigues Nunes de Carvalho, a esposa e um funcionário foram presos em flagrante por receptação qualificada e adulteração de sinal identificador. A ação ocorreu nesta terça-feira (22), com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão.

A investigação começou no início do ano para identificar o destino de motos roubadas e furtadas em Campo Grande. De acordo com o delegado Francis Freire, o empresário comprava os veículos havia pelo menos 2 anos. O funcionário e o proprietário, ainda segundo a polícia, já tinham sido presos anteriormente por receptação e adulteração de sinal de veículo automotor.

Peças e veículos apreendidos

Na residência e na oficina, os agentes localizaram motores raspados, cortados e adulterados, além de componentes relacionados a crimes antigos. A polícia também apreendeu uma pistola mantida ilegalmente e uma grande quantidade de peças, que foi levada à delegacia para perícia, contabilização e identificação das vítimas.

Foram recolhidos três veículos de passeio pertencentes aos investigados: um Honda Civic, uma Toyota Hilux e um Volkswagen Up. Um dos endereços vistoriados ficava no Bairro Jardim Monumento.

A Defurv informou que o local funcionava como um dos principais pontos de venda de peças furtadas e roubadas na Capital. Parte dos componentes desmontados era revendida na própria oficina.

Condenação anterior

Phellipe foi condenado em março de 2012 pelo 1º Tribunal do Júri de Campo Grande a 17 anos e 6 meses de prisão pela morte de Miguel Alves Xavier da Costa, de 2 anos e 10 meses. O crime aconteceu em 4 de abril de 2009, no Bairro Moreninha II. Na ocasião, um disparo dirigido a um rival atingiu a criança. No dia do julgamento, Phellipe estava foragido.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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