Versáteis, os nichos podem assumir funções decorativas e práticas em diferentes ambientes da casa. A arquiteta Cristiane Schiavoni define a peça como uma espécie de caixa sem fechamento frontal e destaca sua adaptação a vários formatos e projetos.
No living, o modelo embutido ajuda a aproveitar melhor o espaço e cria um efeito visual de amplitude. Além de receber objetos decorativos, o nicho pode substituir prateleiras em salas e escritórios. Por isso, é importante considerar desde o início do projeto o que será colocado dentro dele e escolher uma estrutura capaz de suportar o peso necessário.
Quartos e materiais
Nos quartos, a função estética ganha destaque, já que o nicho pode refletir a personalidade do morador. O formato depende tanto dos objetos que serão expostos quanto do resultado visual desejado. Os modelos quadrados e retangulares estão entre os mais comuns.
A estrutura pode ser feita de MDF, madeira, serralheria, mármore e outros tipos de pedra, além de drywall. A escolha deve acompanhar o ambiente e a finalidade da peça.
Banheiros, lavabos e cozinhas
Em banheiros e lavabos, a umidade exige atenção redobrada, especialmente quando o nicho fica dentro do box. Nesses casos, a arquiteta recomenda porcelanato, pedra sintética ou pedra natural. Embutir a estrutura na parede também evita a instalação de uma prateleira que ocuparia espaço e poderia atrapalhar a circulação em áreas pequenas.
A posição do nicho deve ser definida de acordo com a função que ele terá. Na cozinha, a peça pode servir como elemento decorativo e também apoiar atividades do dia a dia, funcionando como fruteira ou suporte para eletrodomésticos, temperos e outros itens.
Aproveitamento com drywall
O drywall permite criar nichos em paredes vazias e em áreas entre estruturas, aproveitando espaços subutilizados. Para Cristiane, “eles agregam valor estético e funcional, além de gerar uma atmosfera moderna e organizada”.







