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Entrega de pizza termina em confusão e mobilização de motoentregadores em Campo Grande

Entregador diz que foi agredido após cliente não conseguir pagar com cartão-alimentação e teve pertences retidos dentro da casa.

Entrega de pizza termina em confusão e mobilização de motoentregadores em Campo Grande

Dezenas de motoentregadores foram até uma residência no bairro Guanandi, em Campo Grande, na noite de quarta-feira (23), depois que um colega afirmou ter sido agredido durante uma entrega de pizza. A movimentação ocorreu na Rua Jussara e foi registrada em vídeos, com barulho de motocicletas e bombinhas jogadas no local.

O entregador Luccas, de 29 anos, contou que chegou ao endereço por volta das 20h30. Segundo ele, o cliente informou que faria o pagamento com um cartão-alimentação, mas a máquina disponível não aceitava essa modalidade. O trabalhador afirmou que o aplicativo usado na entrega oferece apenas as opções de crédito, débito, Pix e dinheiro.

De acordo com Luccas, o cliente entrou em contato com o proprietário da pizzaria para tentar solucionar o problema. Seria preciso enviar uma máquina específica, pois, conforme o entregador, nem todos os equipamentos processam pagamentos com cartão-alimentação. Ele também disse que foi orientado a procurar uma atendente da pizzaria para pedir o aparelho, mas isso não teria acontecido.

“Cheguei para entregar, falaram que iam pagar no cartão-alimentação. Eu falei que a maquininha não passava, mas ia tentar”, relatou Luccas. Ainda segundo o entregador, o cliente desistiu do pedido e passou a expulsá-lo do imóvel, afirmando que era policial e que ele seria preso caso não saísse.

Relato de agressão

Luccas afirma que a discussão aumentou e que o cliente e a esposa dele o agrediram. Ele disse que a mulher rasgou sua roupa e que o homem aplicou um golpe conhecido como mata-leão. O entregador conseguiu se afastar e foi para o outro lado da rua.

Ele também relatou que o capacete, a chave e um tênis ficaram dentro da residência. Após a situação, Luccas gravou um vídeo e o compartilhou em um grupo de colegas. Depois, acionou a polícia.

A mobilização dos motoentregadores ocorreu após o vídeo circular entre eles. Luccas negou que tivesse convocado os colegas ou tentado provocar uma revolta. “De forma alguma eu quis criar algum tipo de revolta. Não falei para ninguém ir até lá”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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